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Cartaz da APT alusivo à instalação de telefones domésticos

Cunha Barros1935 (Século XX)

Fundação Portuguesa das Comunicações

Fundação Portuguesa das Comunicações

O cartaz moderno tem o seu advento, no séc. XIX, fruto da invenção da litografia (1798) que permitia a impressão de milhares de exemplares em poucas horas, por um custo mais económico, tendo sido enriquecido, anos mais tarde, por outra técnica, a cromolitografia (1827). Feito para ser afixado, prende o transeunte com as suas cores estimulantes, durante um lapso de tempo, que se quer breve, “dois segundos” diria Attilo Rossi, tempo suficiente para que a mensagem seja apercebida. À guarda da Fundação Portuguesa das Comunicações e integrando o seu acervo iconográfico pertence a uma colecção de cartazes publicitários da Anglo-Portuguese Telephones, Limited, que pretendem motivar o público para a instalação de telefones em casa ou na empresa. Adaptando novas técnicas verbais e gráficas, a publicidade evoluiu até aos nossos dias numa grande riqueza temática, continuando na vanguarda de toda a actividade comercial, não se limitando a induzir a preferência do público para um determinado produto, em vez de outro, mas despertando necessidades vitais, outras meramente úteis e outras até desconhecidas.

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Detalhes

  • Título: Cartaz da APT alusivo à instalação de telefones domésticos
  • Criador: Cunha Barros
  • Data de criação: 1935 (Século XX)
  • Local: Lisboa, Portugal
  • Dimensões físicas: Altura: 73 cm; Largura: 52 cm
  • Palavras-chave do assunto: Comunicações; Telecomunicações; Telefone, A.P.T.
  • Tipo: Cartaz publicitário
  • Link externo: Catálogo Digital da Fundação Portuguesa das Comunicações
  • Direitos: Coleção: APT The Anglo-Portuguese Telephone Company, Ltd/ Fundação Portuguesa das Comunicações.
  • Meio: Papel

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