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Documentos do Arquivo Pessoal de Gilberto Gil

Instituto Gilberto Gil

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Brasil

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  • Título: Documentos do Arquivo Pessoal de Gilberto Gil
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    CLIPPING SERVICE CLIENTE: Gilberto Gil VEÍCULO: Correio do Estado - Campo Grande SECÀO: Brasil DATA: 03/02/2008 Salvador celebra carnaval com Dia de lemanjá Salvador resolveu dar mais peso à celebração. Para isso, convocou o músico Carlinhos Brown para fazer a concepção artística da homenagem. No fim, foi concebido um evento que, da noite de sába- do à madrugada de domingo, foi integrado por cinco pal- cos, nos quais os visitantes puderam acompanhar espetá- culos musicais de todos os gê- neros - do samba-de-roda do recôncavo ao rock, passando por bossa nova e, claro, axé. Segundo Brown, porém, a principal preocupação que ele teve foi em não descarac- terizar a tradição. "Nossa mãe merece uma festa clássica", argumenta. Além dos palcos e dos shows, o Rio Vermelho ganhou uma decoração mais vistosa este ano, SALVADOR, AGÊNCIA ESTADO A coincidência de uma das mais tradicionais festas do candomblé na Bahia, o Dia de Iemanjá, a rainha das águas, cair no sábado de carnaval fez a alegria dos visitantes que estão em Salvador para aproveitar a folia de momo. Já na noite de sexta-feira, enquanto Ivete Sangalo, Chi- clete com Banana e Gilberto Gil, entre outros, desfilavam pelo Circuito Dodo (Barra- Ondina) e personalidades de várias áreas acompanhavam a festa dos camarotes, o bair- ro boêmio do Rio Vermelho, principal palco das homena- gens a orixá, estava repleto de paulistas, fluminenses, mineiros e estrangeiros, curiosos e encantados com a tradição de oferecer presen- tes à vaidosa rainha "Sempre sonhei em par- ticipar da festa, mas no sá- bado, pelo que sei, o Rio Vermelho fica muito cheio", afirmou a advogada paulis- tana Maria Rita de Castro, de 32 anos, enquanto deixava seu pre nte a lemanjá (uma pequena cesta de vime, com flores e um espelho). “Já me disseram que sou filha dela. Não custa pedir por um ano bom", disse. No início da manhã de on- tem, moradores, religiosos e turistas começaram a chegar às centenas ao Rio Vermelho, cheios de oferendas, seguin- do uma tradição iniciada pe- los pescadores do bairro em 1923. "No início, era apenas um pedido à rainha para que o mar fosse generoso com os que trabalham com a pesca", conta o presidente da colônia de pescadores do bairro, Eu- rílio Menezes. De acordo com ele, com o tempo, a festa foi ganhando força na cidade e, em meados da década de 1960, ganhou a for- ma e a influência que tem hoje. Reza a tradição que, no raiar do dia, uma alvorada de fogos saú- da a orixá, seguida de diversas manifestações religiosas. Por volta das 16h, o balaio que contém as oferendas reu- nidas nos principais terrei- ros de candomblé da capital baiana é lançado ao mar. Da oferenda, segue-se a festa, que avança noite adentro. Este ano, por causa da coincidência de datas com o carnaval, a prefeitura de
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