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Documents from Gilberto Gil's Private Archive

Instituto Gilberto Gil

Instituto Gilberto Gil
Brazil

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  • Title: Documents from Gilberto Gil's Private Archive
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    Tinha vontade de ter fôlego. para escrever ensaios. Romance, não tenho vocação. Sou péssimo para engendrar tramas' SOB O SOL DE OSLO Uma verdadeira ação entre amigos. Foi assim o encontro de Marlui Miranda, Rodolfo Stroeter, Toninho Ferragutti e Gilberto Gil, há quatro anos, em Oslo, na Noruega. Aos brasileiros juntaram-se percussionista indiano Trilok Gurtu e o tecladista norueguês Bugge Wesseltoft para fazer o mais sertanejo de todos os discos de Gilberto Gil. Este Sol de Oslo tem o calor do xote, da embolada, do rojão e da toada. É como se, pelas mãos de Rodolfo e Marlui, ele voltasse a tecer tramas de uma velha rede, aquela que o ajudava a pescar canções para fazer discos como Refazenda, por exemplo. O Sol de Oslo, certamente, mexeu com a cabeça deste artista que, há muito tempo, rompeu fronteiras. Tocar no interior de São Paulo ou no Nordeste tem sido tão comum quanto estar nos palcos da Europa, do Japão ou da África. Tudo em O Sol de Oslo soa familiar, leve, bom de ouvir e até de dançar. Entre canções de domínio público (como Tatá Engenho Novo e Ai Baiano) novas composições de Gil (em parceria com Rodolfo Stroeter, Marlui ou Moacir Santos) fica uma certeza, tão bem traduzida pelo escritor Hermano Vianna: "Esse disco uma necessária injeção de 'vastidão sertaneja' no panorama da música contemporânea do Brasil".
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