Traça um perfil de Carlos Flexa Ribeiro, para reproduzir entrevista colhida quando o entrevistado voltava da França, onde foi realizar conferências, a convite da Universidade de Paris. Flexa Ribeiro conta que, nas palestras, procurou focalizar a arquitetura, a escultura e a pintura brasileiras, dando especial atenção à obra de Portinari e à iniciativas culturais, como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Ressalta a importância do trabalho (a ser publicado) de Germain Bazin sobre o barroco brasileiro. Tece, ainda, considerações sobre o movimento cultural na França e, especialmente, sobre o futuro do abstracionismo. Comenta também o intenso movimento artístico em Nova York, dizendo-se encantado com o Museu de Arte Moderna de Nova York e decepcionado com o Metropolitan. Para encerrar, como secretário do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, fala sobre seu empenho em conseguir dotar o museu de uma sede própria.
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