32ª Bienal de São Paulo - de H a K

Bienal de São Paulo

Incerteza Viva, o tema desta edição, reuniu artistas ao redor do mundo. Conheça seus trabalhos!

Heather Phillipson
1978, Londres, Reino Unido. Vive em Londres

A linguagem articulada por objetos físicos e digitais que habitam o imaginário da sociedade de consumo contemporânea é a principal matéria-prima das instalações e vídeos de Heather Phillipson. Imagens de publicidade on-line, brinquedos de pelúcia e “emojis” de aplicativos de conversa virtual aparecem nos espaços criados pela artista por meio de colagens, colisões, sobreposições e associações inesperadas.

Suas instalações revelam uma investigação sobre como emoções, afetos e desejos são construídos e manipulados no interior desse conjunto heterogêneo de referências culturais. Phillipson atua também como escritora e poeta, sendo frequente em seus vídeos a presença do texto lido, sobreposto a trilhas sonoras construídas segundo a mesma lógica fragmentária.

TRUE TO SIZE[Fiel ao Tamanho] (2015-2016) consiste de vídeos, áudios e esculturas em escala humana. É uma suíte de cenas que tem como tema a devastação – clima extremo, higiene extrema, sexo virtual, comunicação excessiva, guerras, extinção iminente, sobrevida, enchentes e, em um sentido mais amplo, consumo e desejo. A escala dos objetos e imagens representados faz com que eles momentaneamente percam a banalidade com que são consumidos no cotidiano.

Henrik Olesen
1967, Esbjerg, Dinamarca. Vive em Berlim, Alemanha

Henrik Olesen transita por diversas mídias e materiais. Em suas obras, retrata criticamente a vida social, desconstrói fundamentos canônicos das narrativas oficiais e reescreve a história sem os limites e tabus de dualismos culturais opressores.

Nessa prática de resistência, na qual questiona o sujeito da sociedade patriarcal, heteronormativa e eurocêntrica – base da tradição política e cultural ocidental –, Olesen aponta para uma leitura distinta da história da arte, da literatura e das ciências. Ao discutir as sexualidades e os gêneros, as identidades e as etnias, desmistifica o corpo, evidenciando seu lugar na sociedade e promovendo sua reinvenção.

As obras comissionadas pela 32a Bienal são compostas por colagens nas quais o artista desconstrói o conhecimento universal acerca do lugar ou conceito de Inferno, assim como suas representações desde a literatura clássica – como no poema épico "A divina comédia", de Dante Alighieri –, até os imaginários moderno e subcultural de escuridão e confusão.

Hito Steyerl
1966, Munique, Alemanha. Vive em Berlim, Alemanha

Da escrita à produção de filmes e instalações, Hito Steyerl aborda questões sobre arte, filosofia e política. Realiza filmes-ensaios, gênero que reforça uma prática em que textos, conferências e a produção de imagens se situam na fronteira entre a atividade teórica e artística. Steyerl trata da arena de confronto entre arte e política em um mundo superpovoado de imagens.

A videoinstalação Hell Yeah We Fuck Die (2016), comissionada para a 32a Bienal, se assemelha a um módulo de treinamento de parkour – esporte dedicado à superação de obstáculos – e apresenta alguns vídeos sincronizados, cujas imagens foram coletadas de diversas fontes on-line. Neles, robôs são provocados e enxotados de diversas formas em ambientes de teste de qualidade de produto.

Baseando-se nas cinco palavras mais populares em títulos de músicas na língua inglesa desta década (inferno, sim, nós, foda e morrer), Steyerl chama atenção para uma espécie de hino do nosso tempo, acompanhado por trilha sonora composta pelo DJ alemão Kassem Mosse a partir dessas palavras.

As obras de Steyerl comentam a constante busca por rapidez e eficiência que conduz as práticas contemporâneas e revelam o senso absurdo da realidade, articulado pela tensão criada no confronto entre imagens e textos.

Iza Tarasewicz
1981, Kolonia Koplany, Polônia. Vive em Bialystok, Polônia, e Munique, Alemanha

A prática de Iza Tarasewicz inclui escultura, performance e desenho, e explora os dualismos entre o permanente e o efêmero, o orgânico e o artificial, o comum e o extraordinário. Muitos de seus trabalhos se relacionam diretamente à escala do corpo, e seu movimento no espaço e no tempo. Na 32a Bienal, Tarasewicz apresenta TURBA, TURBO (2015), uma escultura que consiste em uma estrutura inspirada tanto em uma estante modernista quanto no Grande Colisor de Hádrons do CERN, próximo à Genebra, na Suíça.

Experimentos com materiais crus são dispostos sobre essa estrutura, como se a máquina gigantesca fosse acelerar suas partículas até a velocidade da luz, provocando estados de caos com o intuito de investigar a origem do universo.

Ligando o infinitamente grande ao infinitesimalmente pequeno, TURBA, TURBO sugere uma associação do científico com o doméstico. Tarasewicz também desenvolveu o projeto de pesquisa Mbamba Mazurek, que retraça as influências do ritmo e da dança da mazurca em todo o mundo.

Originária de uma área rural polonesa no século 16 chamada Masúvia, a mazurca é uma forma musical que se misturou com muitos estilos regionais, cujas características são encontradas no forró e no coco, por exemplo. Convidando performers a colaborar e compartilhar conhecimentos, o projeto explora relações circulares entre trabalho, ritmo e comunidade em práticas tradicionais globais.

Jonathas de Andrade
1982, Maceió, Alagoas, Brasil. Vive em Recife, Pernambuco, Brasil

Jonathas de Andrade trabalha com suportes variados, como instalação, fotografia e filme, em processos de pesquisa que têm profundo caráter colaborativo. Sua obra discute a falência de utopias, ideais e projetos de mundo, sobretudo no contexto latino-americano, especulando sobre sua modernidade tardia.

Em seu trabalho, afetos que oscilam entre a nostalgia, o erotismo e a crítica histórica e política são agenciados para abordar temas como o universo do trabalho e do trabalhador, e a identidade do sujeito contemporâneo, quase sempre representado pelo corpo masculino.

O filme O peixe (2016), apresentado pela primeira vez na 32a Bienal, acompanha pescadores pelas marés e pelos manguezais de Alagoas, que utilizam técnicas tradicionais de pesca, como rede e arpão, na espera pelo tempo necessário para capturar a presa.

Cada pescador encena uma espécie de ritual: eles retêm os peixes entre seus braços até o momento da morte, uma espécie de abraço entre predador e presa, entre vida e morte, entre o trabalhador e o fruto do trabalho, no qual o olhar – do pescador, do peixe, da câmera e do espectador – desempenha papel crucial. Situada num território híbrido entre documentário e ficção, a obra dialoga com a tradição etnográfica do audiovisual.

Jordan Belson
1926, Chicago, Illinóis, EUA – 2011, São Francisco, Califórnia, EUA

Depois de estudar pintura nos anos 1940, Jordan Belson se dedicou a experimentos musicais e visuais para expandir o conceito de arte não objetiva ou abstrata em filme, e, em 1947, finalizou o primeiro de seus trinta e três filmes. Chamados por alguns de cinema cósmico, os filmes de Belson exploram a relação dinâmica entre forma, movimento, cor e som.

Belson usou impressões ópticas, técnicas básicas de animação quadro-a-quadro, espelhos, caleidoscópios e diversos outros equipamentos de baixa tecnologia. Suas obras gráficas menos conhecidas eram muitas vezes estudos para cenas de seus filmes, como as pinturas sobre rolos de seus primeiros trabalhos. O filme Samadhi (1967), apresentado na 32a Bienal, é um trabalho fundamental na obra de Belson.

O termo samadhi, segundo o budismo e a ioga, se refere a estados de concentração ou meditação profunda. Belson explora a relação entre percepção espiritual e teoria científica, valendo- se da filosofia e da religião orientais, mas também das teorias astronômicas de Johannes Kepler.

Resultado de dois anos de trabalho, o filme – “um documentário da alma humana”, segundo o artista – é acompanhado de música ambiente composta por Belson. A maioria dos trabalhos gráficos é exibida ao público pela primeira vez.

Jorge Menna Barreto
1970, Araçatuba, São Paulo, Brasil. Vive no Rio de Janeiro, Brasil

A agropecuária moderna é a atividade humana que mais impacta e transforma o planeta, ao comprometer a biodiversidade, compactar o solo, poluir rios e desmatar florestas. O projeto Restauro (2016) levanta questões acerca da construção dos hábitos alimentares e sua relação com o ambiente, a paisagem, o clima e a vida na terra.

A obra opera como um restaurante, em parceria com Vitor Braz, cujo cardápio, elaborado com a nutricionista e chefe Neka Menna Barreto e a Escola Como Como de Ecogastronomia, em São Paulo, prioriza a diversidade do reino vegetal de origem agroflorestal.

Esse espaço de alimentação propõe uma experiência de metabolização e digestão, tanto física quanto mental. Sua ambientação, realizada em parceria com O Grupo Inteiro, partiu da ideia de microclimas. Os áudios ligados à obra foram feitos por Marcelo Wasem, sobretudo em agroflorestas, onde é possível perceber um outro momento da vida dos alimentos que chegam até nós.

Restauro propõe um despertar para os usos da terra e as consequências globais de nossas escolhas. Entendendo o nosso sistema digestivo como ferramenta escultórica, os comensais tornam-se participadores de uma escultura ambiental em curso, na qual o ato de se alimentar regenera e modela a paisagem em que vivemos.

José Antonio Suárez Londoño
1955, Medellín, Colômbia. Vive em Medellín

A obra de José Antonio Suárez Londoño é constituída por um volumoso conjunto de desenhos e gravuras que privilegiam o detalhe e apresentam, em diminutas representações, elementos que se encontram na literatura, na música, na cultura visual ou nas experiências cotidianas do artista.

Seu conjunto de cadernos se assemelha a uma documentação metódica daquilo que é observado ou testemunhado, possuindo um caráter de anotação e assumindo, por vezes, o papel de um diário de apontamentos visuais – como acontece na série Planas: Del 1 de enero al 31 de diciembre del año 2005 [Estudos: de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2005], apresentada na 32ª Bienal. Em suas 365 páginas, encontram-se registros simbólicos compartilhados, detalhes de paisagens, corpos, barcos, animais, plantas, escritos e datas que povoam o papel como elementos descontínuos.

Trata-se de pequenas partes que se relacionam sem encabeçar narrativas lineares ou relatos concatenados de experiências, aproximando o desenho do pensamento da colagem. Seu trabalho é uma espécie de memorial formado por muitas peças, como um rastro da passagem de Londoño pelo mundo, ou deambulações sobre a parte do vivido que pode ser transformada em imagens ou salva do esquecimento e da destruição.

José Bento
1962, Salvador, Bahia, Brasil. Vive em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Desde a década de 1980, José Bento dedica-se a experimentações escultóricas com madeira em diversas escalas, além da produção de vídeos, instalações e fotografias. Recentemente tem atravessado a prática de ateliê com produções site-specific, como em Chão (2004/2016), trabalho que foi apresentado no Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, em 2004, e que na 32a Bienal ocupa uma área de 627 m2 do Pavilhão da Bienal.

A obra recobre com tacos de madeira e rampas uma porção que se estende de uma face a outra do prédio. O material, oriundo de reformas e de demolições, sobrepõe-se a camadas de molas em algumas regiões, alterando sua superfície e simulando uma experiência de instabilidade ao caminhar. Cria- se, assim, uma espécie de topografia camuflada que sugere a ambiguidade que há na paisagem. A obra inédita Do pó ao pó (2016), por sua vez, é composta de caixinhas de fósforos expostas sobre estruturas de bancas de camelô com pés retráteis. Os conjuntos são esculpidos em madeiras de biomas brasileiros, como braúna, cedro, pau-brasil, o que inclui cada palito de fósforo contido nas caixas. O título, ao evocar a presença do fogo, propõe refletir sobre a relação que há entre o tempo e a matéria que constitui inícios e fins.

Kathy Barry
1969, Christchurch, Nova Zelândia. Vive em Auckland, Nova Zelândia

Ao acessarem planos alternativos como condição para a criação, os desenhos de Barry lidam com frequências energéticas, que poderiam ser consideradas portais oscilantes para subjetividades multidimensionais. A série de aquarelas 12 Energy Diagrams [12 diagramas de energia] (2015-2016) são registros de um processo que lida com o que está fora da estreita faixa da percepção humana.

Essencialmente diagramáticos, eles funcionam como uma forma de coreografia anotada, correspondente à sequência de movimentos representados pela artista no vídeo homônimo 12 Minute Movement [Movimento de 12 minutos] (2016). A sequência, que parece uma dança, envolve movimentos físicos para canalizar e manipular a energia no processo de construção e de ativação de um campo energético, uma “Merkabah”.

Segundo a tradição da mística judaica, a Merkabah gera um turbilhão, um vórtice de energia de alta frequência que permite à consciência humana acessar dimensões superiores, gerando dobras e bolsões no tempo e no espaço. Essa rotação, próxima à maneira sufi de criar vórtices de energia por meio de rodopios, também libera uma força que é significativa no processo de criação de mundos.

Katia Sepúlveda
1978, Santiago, Chile. Vive em Colônia, Alemanha, e Tijuana, México

A obra de Katia Sepúlveda enuncia-se desde a teoria decolonial, com viés transfeminista e de feminismos mestiços, isto é, que transcendem o sujeito político mulher e a teoria feminista branca, colocando em questão gênero, raça, classe e práticas subjetivas.

A artista trabalha com vídeos, performances, colagens, desenhos, fotografias e esculturas. Na 32a Bienal, ela exibe dois projetos – Dispositivo doméstico (2007- 2012/2016) e Feminismo mapuche (2016). O primeiro trabalho tem três partes: uma série de colagens feitas de revistas "Playboy" publicadas de 1953 a 2000, o vídeo The Horizontal Man [O homem horizontal] (2016) e uma instalação. Se as colagens mostram como se constitui a linguagem visual do desejo, o vídeo e a instalação estendem essa crítica e evidenciam como essa revista, como dispositivo, contribuiu para a criação de um imaginário que permeia aparatos do corpo no que tange ao design, à tecnologia, aos aparelhos domésticos, à arquitetura.

O trabalho Feminismo mapuche, por sua vez, é um evento, um diálogo ao vivo entre duas ativistas, Margarita Calfio, do povo chileno mapuche e María Celina Katukina, da comunidade yawanawás, do Acre. Tendo como ponto de partida o feminismo comunitário boliviano, Sepúlveda indaga se haveria também um feminismo mapuche, somando ao termo feminismo outras lutas, outros espaços de enunciação e outras cosmopolíticas.

Koo Jeong A
1967, Seul, Coreia do Sul. Vive em Berlim, Alemanha, e em todos os lugares

A instalação de Koo Jeong A, ARROGATION [Arrogação] (2016), é uma pista de skate projetada para uso público e que pode ser vista de dentro do Pavilhão da Bienal. Construída no Parque Ibirapuera, a pista, todas as noites, fosforesce e convida os skatistas a uma nova experiência de espaços.

A artista desenvolveu anteriormente outras duas pistas, atraída por suas formas esculturais e pela capacidade catalisadora de promover interações humanas e aproximar contextos. Para pensar essas pistas luminosas, Jeong A pesquisou a variação de luz nos momentos de ocaso, entre o dia e a noite. A mudança de cor da pista se assemelha à transição de cores do céu, fornecendo uma dinâmica viva e mutável para a construção feita de concreto.

A forma de arrogation deriva de um desenho feito pela artista em que dois círculos se sobrepõem, sugerindo uma espiral contínua. De maneira geral, as obras de Jeong A têm o intuito de provocar experiências que superam a racionalidade e a cognição para acionar o presente e o sensível. Sua prática inclui instalações, vídeos, esculturas e desenhos.

Créditos: história

Artistas:
De A a C
De D a G
De H a K
De L a Q
De R a Z

32ª BIENAL DE SÃO PAULO

FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO – EQUIPE PERMANENTE

Superintendência
Luciana Guimarães

Coordenadoria geral de projetos
Dora Silveira Corrêa · coordenadora

Coordenadoria administrativa
e financeira
Paulo Rodrigues · coordenador

Comunicação
Felipe Taboada · gerente
Adriano Campos
Ana Elisa de Carvalho Price
Diana Dobránszky
Eduardo Lirani
Gabriela Longman
Julia Bolliger Murari
Pedro Ivo Trasferetti von Ah
Victor Bergmann

Projetos Especiais
Eduardo Sena
Paula Signorelli

Relações institucionais e captação
Emilia Ramos · gerente
Flávia Abbud
Gláucia Ribeiro
Marina Dias Teixeira
Raquel Silva

Secretaria geral
Maria Rita Marinho
Carlos Roberto Rodrigues Rosa
Josefa Gomes

Arquivo Bienal
Ana Luiza de Oliveira Mattos · gerente
Ana Paula Andrade Marques
Fernanda Curi
Giselle Rocha
Melânie Vargas de Araujo

Editorial
Cristina Fino

Pesquisa e conteúdo
Thiago Gil

Produção
Felipe Isola · gerente de
planejamento e logística
Joaquim Millan · gerente de
produção de obras e expografia
Adelaide D’Esposito
Gabriela Lopes
Graziela Carbonari
Sylvia Monasterios
Veridiana Simons
Vivian Bernfeld
Viviane Teixeira
Waleria Dias

Programa educativo
Laura Barboza · gerente
Bianca Casemiro
Claudia Vendramini
Helenira Paulino
Mariana Serri
Regiane Ishii

Assessoria jurídica
Ana Carolina Marossi Batista

Finanças
Amarildo Firmino Gomes · gerente
Fábio Kato

Gestão predial e manutenção
Valdomiro Rodrigues da Silva · gerente
Angélica de Oliveira Divino
Larissa Di Ciero Ferradas
Vinícius Robson da Silva Araújo
Wagner Pereira de Andrade

Projetos incentivados
Eva Laurenti
Danilo Alexandre Machado de Souza
Rone Amabile

Recursos humanos
Albert Cabral dos Santos

Tecnologia da informação
Leandro Takegami · gerente
Jefferson Pedro

Serviços Terceirizados
Bombeiros
Empresa Atual
Serviços Especializados

Limpeza
Empresa Tejofran
Saneamento e Serviços

Portaria
Empresa Plansevig
Tercerização de Serviços Eireli

CURADORIA
Curador
Jochen Volz
Cocuradores
Gabi Ngcobo
Júlia Rebouças
Lars Bang Larsen
Sofía Olascoaga

Assistentes
Catarina Duncan
Isabella Rjeille
Sofia Ralston

ARQUITETURA
Alvaro Razuk
Equipe
Daniel Winnik
Isa Gebara
Juliana Prado Godoy
Paula Franchi
Ricardo Amado
Silvana Silva

COLABORADORES COMUNICAÇÃO
Assessoria de imprensa nacional
Pool de Comunicação

Assessoria de imprensa internacional
Rhiannon Pickles PR

Campo Sonoro (audioguia)
Matheus Leston

Design
Roman Iar Atamanczuk

Publicidade
CP+B

Registro e conteúdo audiovisual
Carolina Barres, Fernanda Bernardino, F For Felix

Registro fotográfico
Leo Eloy, Ilana Bar, Tiago Baccarin

Desenvolvimento Webapp
JT Farma

Desenvolvimento Website
Estúdio Existo

COLABORADORES COORDENADORIA DE PROJETOS
Editorial
Rafael Falasco

Produção
Dorinha Santos
Tarsila Riso
Clarissa Ximenes
Felipe Melo Franco

Audiovisual
MAXI Áudio, Luz, Imagem

Cenotécnica
Metro Cenografia

Conservação
Ana Carolina Laraya Glueck
Bernadette Baptista Ferreira
Cristina Lara Corrêa
Tatiana Santori

Iluminação
Samuel Betts

Montagem
Gala
Elastica

Seguro
Axa-Art

PROGRAMA EDUCATIVO
Mediação
Maria Eugênia Salcedo
Supervisores
Anita Limulja
Juliana da Silva Sardinha Pinto
Paula Nogueira Ramos
Silvio Ariente
Valéria Peixoto de Alencar

Mediadores
Peixoto de Alencar Mediadores Affonso Prado Valladares Abrahão
Alexandre Queiroz
Alonzo Fernandez Zarzosa
Ana Carolina Porto da Silva
Ana Lívia Rodrigues de Castro
Ananda Andrade do Nascimento Santos
André Luiz de Jesus Leitão
Ariel Ferreira Costa
Barbara Martins Sampaio da Conceição
Bianca Leite Ferreira
Bruno Coltro Ferrari
Bruno Elias Gomes de Oliveira
Bruno Vital Alcantara dos Santos
Carina Nascimento Bessa
Carlos Eduardo Gonçalves da Silva
Carmen Cardoso Garcia
Carolina Rocha Pradella
Cláudia Ferreira
Daiana Ferreira de Lima
Danielle Sallatti
Danielle Sleiman
Danilo Pêra Pereira
Diane Ferreira
Diran Carlos de Castro Santos
Divina Prado
Eduardo Palhano de Barros
Eloisa Torrão Modestino
Erica da Costa Santos
Felipe Rocha Bittencourt
Flávia de Paiva Coelho
Flávio Aquistapace Martins
Ian da Rocha Cichetto
Janaina Maria Machado
Jorge Henrique Brazílio dos Santos
José Adilson Rodriguês dos Santos Jr
Julia Cavazzini Cunha
Juliana Biscalquin
Karina da Silva Costa
Karina Gonçalves de Adorno
Leonardo Masaro
Letícia Ribeiro de Escobar Ferraz
Lia Cazumi Yokoyama Emi
Ligia Marthos
Lívia Costa Monteiro
Luara Alves de Carvalho
Lucas Francisco Del�no Garcia da Silva
Lucas Itacarambi
Lucia Abreu Machado
Luciana Moreira Buitron
Lucimara Amorim Santos
Ludmila Costa Cayres
Luiz Augusto Citrangulo Assis
Manoela Meyer S de Freitas
Manuela Henrique Nogueira
Marcia Falsetti Viviani Silveira
Marco Antonio Alonso Ferreira Jr
María del Rocío Lobo Machín
Maria Fernanda B Rosalem
Maria Filippa C. Jorge
Marília Souza Dessordi
Marina Baf�ni
Marina Colhado Cabral
Mateus Souza Lobo Guzzo
Nei Franclin Pereira Pacheco
Nina Clarice Montoto
Paula Vaz Guimarães de Araújo
Pedro Félix Ermel
Pedro Wakamatsu Ogata
Renato Ferreira Lopes
Roberta Maringelli Campi
Rogério Luiz Pereira
Rômulo dos Santos Paulino
Thiago da Silva Pinheiro
Thiago Franco
Tiago Rodrigo Marin
Tiago Souza Martins
Vinícius Fernandes Silva
Agendamento
Diverte Logística Cultural

Difusão
Elaine Fontana
Articuladores
Ana Luísa Nossar
Célia Barros
Celina Gusmão
Gabriela Leirias
Maurício Perussi
Valquíria Prates

COLABORADORES COORDENADORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA
Ambulância
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Administração
Lays de Souza Santos
Silvia Andrade Simões Branco

Bombeiros
Local Serviços Especializados

Compras
Daniel Pereira Nazareth
Leandro Cândido de Oliveira

Jurídico
Olivieri Sociedade de Advogados

Limpeza
MF Serviços de Limpeza e Conservação

Segurança
Empresa Atual Serviços Especializados

Créditos: todas as mídias
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