Rio Monumentos

Conservação Rio

O Rio de Janeiro é conhecido mundialmente como a Cidade Maravilhosa devido as suas belezas naturais. Mas quem caminha por suas ruas com mais de 451 anos de história pode não perceber os mais de 1.200 monumentos em diferentes estilos arquitetônicos e suas histórias, situados no destino brasileiro mais visitado por turistas internacionais. Venha conosco conhecer um pouco mais sobre eles!

Cristo Redentor
O Cristo Redendor é uma estátua art déco de 30 metros de altura feita com estrutura de concreto armado e em pedra-sabão. Sua construção durou nove anos (entre 1922 e 1931) e foi projetada pelo engenheiro Heitor da Silva Costa e esculpida pelo francês Paul Landowski.

Situado a 709 metros acima do nível do mar, o monumento garante uma vista privilegiada da cidade.

Grande Arco
Localizado na Rua Marquês de Sapucaí e ao final do Sambódromo está o monumento assinado por Oscar Niemeyer, O Grande Arco. Hoje em dia, o espaço se tornou ponto de realização de diversos eventos, shows, e sediará, em 2016, a competição de tiro com arco e a chegada da maratona durante os Jogos Olímpicos de Verão de 2016. (Foto: Alexandre Macieira)
Vista Chinesa
Com mais de 100 anos, o Mirante da Vista Chinesa foi erguido em homenagem aos imigrantes chineses que vieram para o país pelo cultivo de chá. Ele mostra um ângulo diferenciado da cidade com visão para os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro. Localizado no bairro do Alto da Boa Vista, dentro da Floresta da Tijuca, o monumento possui acesso fácil e totalmente pavimentado para uma vista panorâmica da cidade, com visão para os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro.

A estrutura metálica é revestida com argamassa que imita bambus e ainda possui gárgolas de dragões orientais que, com suas cabeças voltadas para a paisagem, parecem admirar a bela vista carioca.

Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial
Monumento com 6.850 metros quadrados composto com esculturas de Júlio Castelli Filho, Alfredo Ceschiatti e painel de Anísio Medeiros, a obra possui os nomes dos 2 mil brasileiros, militares e civis, mortos pelos alemães na Segunda Guerra Mundial e uma grande cripta com os jazigos dos heróis brasileiros.
Cais do Valongo
Soterrado durante mais de um século, o Cais do Valongo foi encontrado em escavações feitas durante as obras de revitalização da Zona Portuária do Rio de Janeiro, em 2011. Porta de entrada para mais de 1 milhão de escravos africanos no Brasil do século XIX, o cais foi o maior porto receptor de escravos do mundo. Localizado entre as ruas Coelho e Castro e Sacadura Cabral, o Valongo possui cerca de 350 metros de comprimento.
Escadaria Selarón
Criada sozinha pelo chileno Jorge Selarón, a Escadaria na Rua Joaquim Silva, que liga o bairro da Lapa a Santa Teresa, se tornou um dos ícones cariocas. Feita a partir de azulejos nas cores da bandeira brasileira, o mosaico, nos seus 125 metros de comprimento, foi chamado de “A Grande Loucura” pelo próprio artista, que se dedicava exclusivamente a terminar a obra que começou nos anos 1990.

Após finalizar os 215 degraus da escada, Selarón dedicou-se a trabalhar no entorno, chegando a colocar mais de 2.000 azulejos provenientes de todas as partes do mundo. Como dizia o artista, a obra só estaria pronta no dia de sua morte, fato que ocorreu em 2013.

Monumento à Estácio de Sá
Instalada em 1973, o memorial ao primeiro governador do Rio de Janeiro no período colonial, Estácio de Sá, está situado no Aterro do Flamengo. Construído pelo arquiteto Lucio Costa, o monumento é composto por um obelisco em forma de pirâmide com um dos vértices apontando para o exato local de fundação da cidade.
Curumim
Inicialmente habitada pelos índios Tamoios, a Lagoa Rodrigo de Freitas foi logo pretendida pelos colonizadores portugueses para a instalação de um engenho de açúcar. Conta-se que o governo se utilizou de um método traiçoeiro para exterminar os índios da região: roupas usadas por doentes de varíola foram espalhadas pelas margens. Inocentes, os índios foram contaminados e exterminados.
Arcos da Lapa
Inaugurado em 1750 e considerada a maior obra arquitetônica no Brasil no século XVIII, os Arcos da Lapa são hoje um dos maiores cartões-postais da cidade, na boêmia região da Lapa. Com 270 metros de comprimento e 17,6m de altura, sua construção em pedra e cal foi toda feita com mão de obra de escravos indígenas e africanos. Inicialmente, o aqueduto levava água das nascentes do rio Carioca até o chafariz do largo homônimo, mas a partir de 1896 os arcos passaram a servir de passagem para bondes.
Aos Campeões do Mundo
Monumento em bronze em homenagem aos jogadores que participaram e venceram as Copas do Mundo de 1958 e 1962, situado na frente do Estádio do Maracanã. No pedestal de concreto revestido em granito polido cinza, há placas com os nomes dos jogadores.
Descobrimento do Brasil
Monumento inaugurado como parte das comemorações do quarto centenário do Descobrimento do Brasil. Sobre um alto pedestal em granito, vê-se a figura de Cabral empunhando uma bandeira na mão direita e se alçando sobre uma rocha, tendo atrás de si as figuras de Pero Vaz de Caminha e Frei Henrique Soares. Todo o grupo escultório em bronze, fundido na oficina Thiebaut, em Paris, sob a supervisão direta de Bernardelli, é de uma movimentação e equilíbrio admiráveis. Em 1940 uma cópia foi oferecida a Portugal pelo governo Brasileiro.
Pedro I
Primeiro monumento público comemorativo do país, ele foi erguido por iniciativa de D. Pedro II em homenagem aos 40 anos da independência do Brasil, proclamada por seu pai. O projeto do artista brasileiro João Maximiano Mafra foi executado em Paris pelo conhecido escultor Louis Rochet. Sobre um vasto pedestal em gnaisse, cercado por gradil em ferro fundido com lampadários intercalados, ergue-se a monumental estátua equestre em bronze do primeiro imperador brasileiro estendendo na sua mão direita a Constituição.
Créditos: história

Secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos: Marcus Belchior.

Coordenação Geral: Ana Luiza Piza.
Gestão do Projeto e T.I.: Rodrigo Kemel.
Fotos: Daniel Coelho.
Fotos Aéreas: João Francisco.
Textos e Conteúdo: Amanda Cinelli.
Apoio: Lenora Vasconcellos.

Créditos: todas as mídias
Em alguns casos, é possível que a história em destaque tenha sido criada por terceiros independentes. Portanto, ela pode não representar as visões das instituições, listadas abaixo, que forneceram o conteúdo.
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