De pequena notável a Brazilian Bombshell

Museu Carmen Miranda

Explore a extraordinária vida e legado da performer mais amada e admirada do Brasil.

Carmen Miranda: a "Brazilian Bombshell"
Nascida em Portugal, Maria do Carmo Miranda da Cunha, a Carmen Miranda, transformou-se num dos maiores ícones de comunicação de massa no Brasil através de sua atuação nas rádios e cassinos e dos registros de suas performances no cinema e musicais internacionais.
A pequena
Carmen Miranda nasceu em 09 de fevereiro de 1909, na cidade de Marco de Canaveses, em Portugal. Foi registrada com o nome de Maria do Carmo Miranda da Cunha e chegou ao Brasil no dia 17 de dezembro do mesmo ano, com apenas 10 meses de idade, juntamente com sua mãe, Maria Emília Miranda e sua irmã mais velha, Seu pai, José Maria Pinto da Cunha, já se encontrava na cidade do Rio de Janeiro, onde Carmen passou a viver e onde nasceram seus outros quatro irmãos.

Rio de Janeiro
Em 1909, Carmen Miranda chega à cidade brasileira.

No final da década de 1920, Carmen ajudava sua mãe a servir mesas em sua pensão que era frequentada por nomes como o do maestro Pixinguinha e seu grupo além de vários deputados e artistas locais Em uma de suas apresentações na pensão, foi descoberta pelo deputado baiano Aníbal Duarte, que a apresentou ao músico Josué de Barros, sendo de imediato convidada a participar de um festival de caridade no Instituto Nacional de Música.

Gargantilha de jacarandá
Gargantilha em cinco placas de jacarandá, entalhadas, unidas por argola de metal dourado usada por Carmen Miranda. No centro, placa maior com baiana e paisagem de praia. Ao lado duas placas com figuras de malandros. Placas finais, menores, uma com pandeiro e chocalho e outra com violão.

Arco do Teles e Praça XV, região ao lado da casa onde Carmen passou sua juventude.

Sem grande experiência, cantou tangos e foi convidada a se apresentar no Rádio. Após algumas apresentações nas Rádios Sociedade e Educadora, Josué de Barros a convidou para gravar as músicas : “Não vá simbora” e “Se o samba é moda” em um disco lançado no final do ano de 1929, mas sem muito sucesso.

Carteira de pavão
Carteira em veludo preto usada por Carmen Miranda, bordada com fios dourados, nas duas faces, formando motivos semi-circulares, tendo ao centro um pavão de cauda aberta. Detalhes na cabeça, peito e cauda em fios azuis e vermelhos. Forro em cetim preto.

A fama veio com o disco Pra você gostar de mim (Taí), marcha composta especialmente por Joubert de Carvalho para Carmen, que vendeu cerca de 35 mil cópias , fazendo com que fosse o grande sucesso no carnaval do ano de 1930, sendo tocada e cantada em inúmeros carnavais pelo Brasil.

Colar peitoral colorido
Colar tipo peitoral com contas peroladas redondas e em formato de arroz; pedras roxas, incolores, vermelhas, verdes, azuis, marrons e rosas em formas diversas. Strass amarelos, incolores, azuis, verde, marrons e vermelho. Primeira faixa (pescoço) com uma fileira de pedras redondas e em gotas e strass de diversas cores. Abaixo, rendilhado mais aberto com pendente com fileiras de pedras coloridas com pedra maior ao centro. Fecho de pedaço de tecido com contas peroladas e colchete.

Início de carreira
Sua biografia se confunde com a trajetória da música popular, do cinema e do show business brasileiro. Foi a primeira artista do rádio a ter contrato exclusivo e participar dos primeiros filmes sonoros e musicais do Brasil. Viajava por todo o país, e também para Argentina, Uruguai e Chile. Suas roupas eram originais e constantemente publicadas em revistas, daí seus figurinos serem copiados por fãs.

Durante a década de 1930, foi intitulado de “Pequena Notável”, “Embaixatriz do Samba” “Estrela Máxima”, “Rainha do Samba”, “A pequena do It”, “Ditadora Risonha do Samba”. Na moda, passou a ser referência, uma vez que criava seus próprios figurinos de cantora e atriz. Carmen, com sua independência financeira, sintetizava perfeitamente os ideais da mulher do século XX.

Vestido longo da personagem Madame Fifi - Copacabana (1946)
Vestido longo com cauda. Mangas compridas e ombreiras. Em crepe bege coberto por uma rede de crochê preto bordado com lantejoulas verdes e vermelhas e miçangas metálicas. Abertura da cintura à barra, com babado de tule preto. Mangas com fechos metálicos de pressão. Fecho de zíper na parte de trás.

O Cassino da Urca, ponto glamouroso do Rio de Janeiro durante a década de 1930 e início da década 1940, onde Carmen Miranda deslanchou sua carreira e, durante seu auge de funcionamento, foi a apresentação principal.

Vista do Rio de Janeiro do topo do antigo Cassino da Urca, na Praia da Urca.

Caminho para o estrelato
De Pequena Notável, passou a ser conhecida como Brazilian Bombshell, e sua imagem exótica passou a ser vista nas vitrines de Nova Iorque, que exibiam seus modelos de sandálias, turbantes, roupas, colares e pulseiras.

Das vitrines para o mundo, revolucionou os parâmetros da moda à época, no que ficou conhecido como Miranda Look. No ano de 1940, foi para Hollywood, fazendo sua primeira participação em filmes nos Estados Unidos, passando a ser conhecida internacionalmente através do technicolor.

Turbante da Calçada da Fama
Turbante em tecido bege com listras de fios metálicos dourados. Na parte superior, o tecido forma uma espécie de pano torcido em formato de coque forrando um pedaço de manta acrílica. Forro de trama de palha.

Em março do ano de 1941, passou a ser a primeira artista latino-americana a imprimir seus pés e mãos na calçada do Teatro Chinês, e ter uma estrela dourada na Calçada da Fama no Hollywood Boulevard.

Como ícone fashion, Carmen era um exemplo da combinação de elegância e exuberância, dando aos seus modelos um toque singular.

Spencer de veludo vermelho
Spencer em veludo vermelho coberto por rede de fios dourados. Manga comprida e ombreiras. Aberto na frente. Forro em cetim bege.

Com apenas 1,53 m de altura, Carmen, desde sua adolescência, sempre usou saltos altos para valorizar suas curvas. Sua assinatura passou a ser o salto plataforma, inspirados nos tamancos portugueses.

Sapato usado na Oscar Academy Awards (1941)
Sapato em veludo azul escuro, pé direito. Biqueira aberta, estilo peep toe. Tiras presas na gáspea, cruzando na frente, passando por tiras nas laterais do salto, fecho por fivela. Salto plataforma afunilando na parte posterior.

Mesmo antes de se tornar famosa, Carmen sempre gostou de se enfeitar com bijuterias. Utilizava vários adereços e quando passou a usar a baiana estilizada abusou do excesso de colares e pulseiras. Suas bijuterias eram encomendadas por ela a artistas de sua confiança e sempre buscando valorizar sua estatura.

Pulseira tipo esteira
Pulseira tipo esteira formada por nove cadeias unidas por tiras cinzeladas, argolas e contas duplas incisadas. No centro placa retangular em metal, relevo de arabescos, entremeadas de cabochões nas cores verde, azul e vermelho. No centro, pedra globulada vermelha, circundada por strass incolores. Duas placas no fecho, ladeadas por cabochões nas cores vermelho, verde e azul.

Os turbantes de Carmen Miranda foram inspirados na indumentária usada pelas baianas quituteiras que frequentavam a Praça Onze na Cidade do Rio de Janeiro desde início do século XIX. Com esse visual exótico, Carmen passou a usar várias temáticas e materiais na confecção de todos os turbantes.

Turbante preto
Turbante de tule preto bordado com lantejoulas da mesma cor. Encimado por arranjo de flores bordadas com lantejoulas pretas, rede de canutilhos e miçangas grandes prateadas. No suporte do arranjo, cetim preto. Da lateral direita, pende parte do arranjo.

Entre os anos de 1941 e 1955, Carmen fez várias apresentações em teatros e nightclubs, casou-se, viajou para Europa, Canadá e Cuba. Tanto trabalho realizado fez Carmen pagar o maior imposto de renda dos Estados Unidos como artista feminina no ano de 1946. Residindo em Los Angeles, participou de mais treze filmes.

Hollywood, Broadway e o Mundo
Carmen Miranda se tornou um meteoro e sua carreira internacional foi coroada com filmes em Hollywood e sua presença sempre requisitada em shows na Broadway. Carmen também fez uma turnê pela Europa que tornou seu talento mais reconhecido em todo o mundo. O Museu Carmen Miranda possui figurinos de seus filmes e shows mais marcantes.

Copacabana
1947

Figurino de Barjansky, com sugestões de Carmen Miranda, criado para o filme Copacabana. Esse traje é considerado a última criação de baiana rendada nos estúdios de Hollywood e a primeira de uma série para shows e turnês internacionais.

Bustiê com lantejoulas prata, rosa, amarelo e verde
Bustiê em formato de sutiã, decote coração. Bojos estruturados com aro circular. Tecido preto estampado contornando o bojo e nas laterais. Bordado com lantejoulas em prata, rosa, amarelo e verde cobrindo a maior parte da peça. No forro, malha de algodão nas laterais. Na parte superior dos bojos, ganchos de metal. Fecho de metal costurado nas faixas laterais.

A saia de baiana foi posteriormente adaptada pela própria Carmen Miranda para utilizá-la em seus shows.

Saia de baiana usada por Carmen Miranda no Show em Las Vegas
Saia godê em lamê dourado com pala. Saia com ornamentos bordados em lantejoulas douradas e aplicações de frutas em cetim e veludo de diversas cores, bordadas com lantejoulas redondas e em formato de olho, pedras e strass. Pala em tule bege preenchido com bordado de strass e lantejoulas formando losangos. Fecho de zíper e colchete na parte de trás.

Turbante de baiana do filme Copacabana (1947)
Turbante bordado com lantejoulas nacaradas. Encimado por cesta de frutas bordadas com lantejoulas e canutilhos. Entre as frutas: abacaxi, bananas, uvas e morangos. Ao redor da cesta, frutos vermelhos de plásticos e folhas verdes bordadas com lantejoulas. Do lado direito pende um cacho de uvas bordado com lantejoulas.

Alegria Rapazes! e Sonhos de Estrela
1950

Parte do traje foi originalmente usado nos filmes Alegria Rapazes! e Sonhos de Estrela, criado em 1944 por Yvonne Wood e Kag Nelson.

Babado de ombros listrado verde
Babado de ombros, com quatro faixas de tule sobrepostas formando camadas, sendo a primeira em tule branco com faixas horizontais de lantejoulas em verde. Tela em náilon bege e renda de fios metálicos em prata e verde. Faixas franzidas por elástico na parte superior, formando babados. Fecho de metal costurado nas extremidades.

Bustiê
Bustiê em formato de sutiã, decote coração. Bojos estruturados em arco. Cetim verde bordado com dois tipos de lantejoulas (redondas e em formato de estrelas) verdes, cobrindo a maior parte da peça e deixando parte da faixa lateral com o cetim aparente. Forro em tecido bege, crepe bege e veludo marrom contornando o bojo. Alça em fita com aplicação de strass transparente por toda a sua extensão. Fecho de metal costurado nas laterais.

Depois este traje sofreu alterações pelas mãos de Carmen Miranda para usá-lo em outros shows.

Saia verde listrada
Saia evasé em crepe transpassada na frente. Três camadas de babados. Mais curta na frente. Bordado com lantejoulas em listras verdes verticais e motivos florais. Aplicação de tecido em formato de folhas bordado com lantejoulas verdes em formato de estrelas. No contorno da barra, fileira de lantejoulas verdes. Babados de crepe bege também bordados com listras. Babados de náilon com fios metálicos prateados e verdes. Fecho em zíper e colchete na parte de trás.

Carmen adquiriu na adolescência dotes de corte e costura, além de ter aprendido a bordar. Quando as filmagens acabavam, ela comprava os figurinos e passava a usá-los em seus shows. Muitos deles ela modelava ao seu estilo.

Blusa listrada customizada
Blusa tipo bata em tecido de listras verticais em verde e bege claro. Bordado com lantejoulas das mesmas cores. Formado por duas faixas, uma cobrindo o busto e outra maior, sobre a primeira, abaixo dos ombros. No avesso, elástico na parte superior e inferior, próximo à bainha.

Esta blusa foi adquirida e as lantejoulas foram posteriormente adicionadas.

Echarpe listrada verde
Echarpe, tipo pano da costa, em gaze creme, bordado com lantejoulas verdes, em listras no sentido longitudinal.

Scared Stiff
1952

Trata-se de um figurino que reporta a uma baiana rumbeira vestida por sua personagem Carmelita Castina , que representa a identidade cultural de uma latina indefinida.

Babado de ombros
Babado de ombros, com onze faixas de tule e tela de náilon sobrepostas formando camadas, sendo a primeira em cinza, seguida de rosa escuro, roxo e outra rosa escuro, coladas à elas, lantejoulas em dourado e rosa. Faixas franzidas por elástico na parte superior formando babados, sendo as extremidades com aplicação de flores armadas em arame e costuradas a tules bordados por lantejoulas verdes, rosa, brancas e douradas redondas e rosas em formato de estrelas. Fecho de metal nas extremidades.

Saia reta com abertura lateral
Saia reta com abertura lateral, em crepe rosa bordado com lantejoulas douradas e fios prateados.

Detalhe de laço formado por lantejoulas na lateral esquerda, próxima à cintura.

Babados na barra, frente mais curta. Três camadas em náilon e tule em rosa, bege e roxo bordadas com lantejoulas nas mesmas cores. Fecho por zíper e colchete. Parte do forro junto à barra em cetim bege.

Shows em Cuba
1955

Carmen passou a usar esse tipo de baiana estilizada após o filme Copacabana. Esse traje faz parte de uma coleção de quatro baianas do acervo do Museu Carmen Miranda que representa a última fase de shows da artista.

Sapato
Par de tamanco em pelica prateada. Biqueira aberta, estilo peep toe. Gáspea e salto com aplicação de fios dourados e strass. Salto plataforma com inclinação na parte frontal e posterior; strass colado no contorno de toda a parte superior; cinco pedras costuradas na parte posterior.

Saia de baiana usada no Show em Havana
Saia godê em lamê dourado com pala.

Saia com ornamentos bordados em lantejoulas douradas e aplicações de frutas em veludo de diversas cores, bordadas com lantejoulas, miçangas e pérolas.

Pala em tule bege preenchido com bordado de strass formando losangos. Forro em voile bege. Fecho em zíper e em metal na parte de trás. Anágua em tela de náilon com renda dourada na barra.

No início de 1947, após término das filmagens do filme Copacabana, Carmen inaugura uma fase de ouro em sua carreira , passando a ser a maior show-woman dos Estados Unidos

Echarpe - pano da costa
Echarpe, tipo pano da costa, em tule rosa claro, com aplicações de lantejoulas rosas e douradas..

Bustiê
Bustiê em formato de sutiã, decote coração. Bojos estruturados em aro circular. Bordado com lantejoulas em marrom cobrindo toda a peça; strass transparentes costurados no contorno central dos bojos; no centro, fita de cetim bege. Forro em malha de algodão nas laterais. Fecho em metal costurado nas faixas laterais.

Turbante de baiana
Turbante bordado com lantejoulas prateadas. Encimado com arranjo de cesta de náilon e lantejoulas prateadas com folhas e frutas com bordado e aplicação de lantejoulas: laranjas, maçãs, bananas, pêras, morangos, uvas, abacaxi e outras.

Um cacho de uva pende na lateral direita.

The Jimmy Durante Show
1955

Traje usado por Carmen Miranda em Dallas (1952) e usado no Programa de TV The Jimmy Durante Show na noite de 04 de agosto de 1955 , sendo seu último registro de show.

Bustiê verde
Bustiê em formato de sutiã, decote coração. Bojos estruturados em aro circular. Aplicação de tule branco bordado com lantejoulas em verde cobrindo toda a peça. Forro em malha de algodão. Fecho em metal costurado nas faixas laterais. Babado de ombros costurado nas laterais dos bojos.

Saia de tule azul usado no último show de Carmen Miranda
Saia franzida em tule de náilon azul com aplicações de lantejoulas em listras verticais e flores com miolo de strass. Pala em tule bordado de lantejoulas incolores com três fileiras de strass no cós, fecho atrás com zíper e colchetes. Três camadas de anágua em tules azul, amarelo e lilás com babados na barra.

Babado de ombros
Babado de ombros com sete faixas de tule sobrepostas em camadas nas cores azul, amarelo e bege com lantejoulas douradas e strass transparente colados. Faixas franzidas por elástico na parte superior, formando babados. Costurado a bustiê.

Sapato
Par de sapato em veludo verde. Biqueira aberta, estilo peep toe. Alça presa próximo ao salto em dois pontos, fecho por amarração. Aplicação de pedras em azul e espelhadas, colagem de lantejoulas na gáspea e no salto. Salto plataforma com inclinação nas partes frontal e posterior.

Colar peitoral verde
Colar tipo peitoral, rendilhado com pedras verdes facetadas, contas peroladas, strass e pingentes de vidro verde. Parte superior (pescoço) em tecido bege, sobre pano, pedras redondas e ovais, intercaladas com pérolas. Abaixo, rendilhado mais aberto, em pedras de várias formas, strass verdes e incolores e contas peroladas, terminando, no comprimento em faixa de rosáceas. Finalizado em pingentes de vidro verde. Fecho coberto de contas peroladas com colchetes.

Turbante
Turbante com aplicação de lantejoulas verdes. Encimado por arranjo de flores, folhas e botões com aplicação de lantejoulas nas cores verde, azul, vermelho, dourado, rosa e strass. Na parte superior da touca, círculo vazado. Forro de algodão.

Destaques da carreira

Em 1948, Carmen Miranda cumpre sua memorável temporada no London Palladium. Seu último filme é lançado em 1953, onde aparece ao lado de Dean Martin e Jerry Lewis. No mesmo ano realiza uma turnê pela Europa, incluindo 14 cidades italianas. Foi uma das primeiras artistas a se apresentar nos recém-inaugurados cassinos de Las Vegas e a participar do novo veículo de comunicação, a televisão.

Sapato usado no Show do London Palladium (1948)
Sapato em pelica dourada, pé direito. Biqueira aberta, estilo peep toe. Tiras presas em dois pontos da gáspea, cruzando na frente e passando por tiras nas laterais do salto, fecho por amarração. Salto plataforma reta, parte frontal levemente inclinada e parte posterior em forma de "S".

O legado de Carmen
No dia 5 de agosto de 1955, Carmen vem a falecer após ter gravado no Programa The Jimmy Durante Show. Carmen Miranda deixou para a posteridade registros marcantes na Música Popular Brasileira, além de ter sido uma das artistas mais performáticas de todos os tempos. Deixou marcada na história do século XX a alegria e a música do povo brasileiro, através de suas apresentações e modo de vestir, introduzindo no imaginário mundial a figura da baiana.O Museu Carmen Miranda mantém viva a lembrança e alegria desta artista extraordinária que levou um pouco do Brasil pra todo o mundo.
Créditos: história

Museu Carmen Miranda
César Balbi

Fundação Anita Mantuano de Artes do Rio Janeiro/
Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro André Lazaroni

Superintendência de Museus
Raphael Hallack Fabrino

Curadoria
Laura Ghelman
César Balbi
Vivian Fava
Clara Paulino

Montagem
Laura Ghelman

Fotografia
Cerne Sistemas

Créditos: todas as mídias
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