32ª Bienal de São Paulo - de D a G

Bienal de São Paulo

Incerteza Viva, o tema desta edição, reuniu artistas ao redor do mundo. Conheça seus trabalhos!

Dalton Paula
1982, Brasília, Brasil. Vive em Goiânia, Goiás, Brasil

Na obra de Dalton Paula, objetos são destituídos de suas funções originais para se tornarem suporte da pintura. Primeiro as enciclopédias, antigas detentoras de um conhecimento universalista, tiveram suas capas sobrepostas por representações de sujeitos e saberes comumente omitidos em seu conteúdo, como negros e indígenas. Agora esse procedimento se repete sobre um conjunto de alguidares, pratos cerâmicos que recebem a comida e também as oferendas em rituais de religiões afro-brasileiras.

Com a pintura em seu interior, esses objetos confrontam os discursos hegemônicos da arte e da política, buscam novos personagens e reencenam passagens de nossa história. Piracanjuba, em Goiás, Cachoeira, no Recôncavo Baiano, e Havana, em Cuba, são cidades produtoras de tabaco. Essa atividade econômica remonta ao passado colonial e à migração de africanos escravizados nas Américas.

Paula viajou aos três pontos dessa Rota do tabaco (2016) para pesquisar como essa herança se apresenta hoje. Encontrou desde a precariedade dos meios de trabalho nas fábricas de cigarrilhas até o uso dos charutos como ícone da revolução comunista. No vasto imaginário retratado, o fumo é um contexto omitido que revela o contraste entre corpos negros e roupas brancas, entre a invisibilidade da cultura afro-brasileira e os legados de cura – medicinal e espiritual – extraídos do tabaco.

Dineo Seshee Bopape
1981, Polokwane, África do Sul. Vive em Joanesburgo, África do Sul

Para a 32a Bienal, Dineo Seshee Bopape apresenta a instalação site-specific :indeed it may very well be the ___________ itself [:de fato isso pode bem ser __________ em si] (2016). A obra é composta por estruturas de terra comprimida – distribuídas irregularmente e com diferentes tamanhos – sobre as quais objetos com forte carga emocional são dispostos. Eles têm formas que lembram os jogos de tabuleiro chamados Morabaraba (Mancala) e Diketo, que são variações do que se conhece no Brasil como Trilha. Os objetos incluem moldes de úteros, folhas douradas, minerais, ervas medicinais, bem como peças de cerâmica moldadas com a forma de punho cerrado.

O trabalho contempla ideias e desenhos que falam de contenção e deslocamento, de ocupação e hospedagem, além da questão política e histórico-social implícita na exclusão da terra. O trabalho de Bopape é um protesto íntimo que nos leva a captar memórias fugazes. A terra comprimida é gesto de lembrança que faz o espectador se aproximar daquilo que tem sido considerado imaterial e/ou erodido ao longo da história.

Donna Kukama
1981, Mafikeng, África do Sul. Vive em Joanesburgo, África do Sul

Donna Kukama usa a performance como meio de resistência às práticas artísticas estabelecidas, buscando, através dela, desconstruir métodos e inventar procedimentos. Além disso, desenvolve escritos, vídeos e instalações sonoras que usam a esfera pública para nela inserir vozes alheias ao campo da arte.

Seus questionamentos dirigem-se frequentemente a acontecimentos atuais, na construção de narrativas e na maneira pela qual são encenados socialmente. É neste tipo de contexto que Kukama introduz seu corpo para criar imagens de contraencenações, que rebatem relatos hegemônicos.

Na 32a Bienal, a artista apresenta três capítulos que integram um processo extenso de criação de um livro. A ideia de livro, contudo, não se refere ao objeto que conhecemos, mas se desdobra em direção à performance, ao desenho, à escultura, ao vídeo, ao texto e à história oral.

Este trabalho toma a forma de uma série de anúncios públicos acompanhados por projeções, produzidos em relação direta com os contextos políticos de cada um dos lugares onde esteve. Os capítulos que Kukama apresenta no Brasil são C: The Genealogy of Pain [C: A genealogia da dor], A: The Anatomy of History [A: A anatomia da história]e B: I, Too [B: Eu, também], que se darão em dias e espaços diferentes.

Ebony G. Patterson
1981, Kingston, Jamaica. Vive em Kingston e Lexington, Kentucky, EUA

Ebony G. Patterson parte de referências da pintura para compor cenas e retratos que se relacionam com a cultura popular e o forte contexto de violência caraterístico de diversas comunidades em Kingston, Jamaica. Transitando por técnicas variadas, a artista tem a fotografia como primeira etapa na elaboração de suas composições. Transforma as imagens em tapetes que, por meio de colagens, recebem camadas de tecidos e ornamentos.

Os painéis de grande dimensão que daí derivam exploram o excesso de material, brilho e cor como forma de lançar luz sobre a necessidade de distinção por meio de bens de consumo e opulência, comportamento intimamente ligado a procedimentos de opressão social.

A despeito da superfície colorida, as cenas retratam, de modo quase mimético, corpos estendidos no chão, assim como momentos casuais de convivência na rua. O conjunto de painéis apresentado na 32a Bienal é uma tentativa de traçar paralelos entre os contextos socioculturais do Brasil e da Jamaica. Reagindo aos altos índices de assassinato de crianças e jovens negros nos dois países, Patterson retrata uma infância que é potência de criação e transformação, e que, ao mesmo tempo, padece diante de sistemas excludentes e violentos.

Eduardo Navarro
1979, Buenos Aires, Argentina. Vive em Buenos Aires

Eduardo Navarro explora diferentes níveis de percepção e formas de alteração da realidade e do tempo. Ora seu trabalho se insere na delicada relação entre a arte e o espiritual, ora utiliza aparatos e informações provenientes do campo da ciência. Com isso, o artista conduz o público a estados mentais que exploram modos não racionais de comunicação, indo além da linguagem verbal.

Navarro parece testar o potencial transformador da arte, criando situações em que comportamentos, maneiras de pensar e sistemas de crença são colocados à prova ou levados a exceder limites. Na 32a Bienal, apresenta Sound Mirror [Espelho de som] (2016), um instrumento construído para conectar acusticamente uma palmeira do lado de fora do Pavilhão da Bienal e o espaço expositivo.

A planta e o público são colocados em posição de equivalência, numa troca sonora que desafia os significados de comunicação e de escuta. A obra de Navarro aponta para uma tecnologia emocional capaz de nos fazer refletir sobre as conexões afetivas que a arte desencadeia por meio da relação permeável entre os seres vivos, o artista e o público, os atores e os objetos artísticos.

Em'kal Eyongakpa
1981, Mamfe, Camarões. Vive na região Sudoeste do Camarões e em Amsterdã, Holanda

Em’kal Eyongakpa cria instalações, vídeos e performances que se baseiam em conceitos de rede e sistema presentes nos campos da biologia, da botânica e da tecnologia. Por meio de suas obras, o artista discute noções de equilíbrio e de interferência ao estabelecer a inter-relação entre elementos de distintas origens.

Rustle 2.0 [Farfalho 2.0] (2016) consiste na criação de um ambiente que confronta elementos orgânicos com elementos considerados artificiais ou resultantes da ação do homem na natureza. As paredes cobertas por micélios proporcionam a ideia de redes interconectadas, em uma referência à internet; brônquios digitais se assemelham ao formato da África e da América Latina.

O adendo “2.0” no título da obra refere-se à atualização de sistemas cibernéticos, colocando natureza e cultura como partes do mesmo todo e não como entidades separadas e autônomas. Eyongakpa sugere a ideia de algo orgânico na sobrevivência e na manutenção dos diversos sistemas – digitais, ecológicos, políticos – revelando uma estranha familiaridade entre eles.

Erika Verzutti
1971, São Paulo, Brasil. Vive em São Paulo

Em suas esculturas, desenhos, fotografias, pinturas e instalações, Erika Verzutti oferece ao espectador um mundo que parece suspenso entre a fantasia e a realidade, a abstração e a figuração, o céu e a terra, construindo uma espécie de inventário arqueocosmológico. A artista trabalha a partir de objetos reais, dos quais produz moldes e réplicas que ela modifica, recorta, pinta e justapõe.

Materiais e ferramentas de construção, frutas e legumes tropicais são presença constante em suas colagens escultóricas, cujos títulos por vezes aludem a elementos tradicionais da história da arte ocidental e brasileira. Verzutti também explora outras possibilidades construtivas, com base na aglomeração de materiais como isopor, papel e fibra de vidro, para dar forma a esculturas e pinturas de tamanho monumental.

Assim são os três painéis comissionados para a 32a Bienal: blocos flutuantes com um conjunto misterioso de inscrições e símbolos que, se por um lado, remetem a uma ideia de escrita primordial, sulcada nas pesadas paredes rochosas de uma caverna, por outro, nos lançam ao avesso dessa referência pré-histórica, como se representassem um céu noturno.

Situadas entre pintura e escultura, essas obras dão nova escala a um conjunto de relevos outrora em bronze, agora moldados em papel machê.

Felipe Mujica
1974, Santiago, Chile. Vive em Nova York, EUA

Os projetos de Felipe Mujica se organizam a partir de duas formas principais de atuação: de um lado, sua pesquisa visual, que envolve a criação de instalações de painéis de tecido móveis e interativos; de outro, a organização colaborativa de exposições, publicações e gestão de espaços culturais. Permeia essa atuação a investigação sobre o passado recente da arte latino-americana, com interesse específico por experiências que aproximam educação e arte moderna.

Aspecto fundamental de seu método de trabalho é a abertura da obra ao diálogo com outros artistas, com o público e com comunidades. No projeto Las universidades desconocidas [As universidades desconhecidas] (2016), Mujica trabalha em parceria tanto com os artistas brasileiros Alex Cassimiro e Valentina Soares, como com o grupo Bordadeiras do Jardim Conceição, formado por cerca de quarenta moradoras desse bairro na cidade de Osasco.

A partir de desenhos realizados pelo artista, os grupos de colaboradores criaram e confeccionaram as cortinas que compõem a instalação. Produzidas com os mesmos materiais e técnicas distintas, as peças costuram saberes pessoais formados por diferentes repertórios e experiências, unidos agora como lados complementares de uma mesma realidade: o trabalho criativo coletivo.

Francis Alÿs
1959, Antuérpia, Bélgica. Vive na Cidade do México, México

A obra de Francis Alÿs baseia-se em ações propostas ou praticadas pelo artista, que se desdobram em vídeos, fotografias, desenhos e pinturas. Frequentemente evocando uma sensação de absurdo ou insensatez, seus trabalhos pesquisam criticamente situações políticas, sociais e econômicas na vida contemporânea.

A instalação concebida para a 32a Bienal está organizada em três momentos e investiga a noção de catástrofe em uma série de desenhos com esquemas mentais, fenômenos e ideias intitulada In a Given Situation [Em uma dada situação] (2010-2016); pinturas de paisagem e um filme de desenhos animados, todos Untitled [Sem título] (2016).

Esses elementos estão instalados em paredes de espelhos, que revelam o verso dos desenhos e pinturas, fixados com alguma inclinação. As imagens refletidas do público, do pavilhão e do parque tornam-se também parte integrante do projeto, o que nos convida a questionar qual é a nossa relação – e do ambiente institucional e urbano em que estamos inseridos – com as diferentes situações e noções de catástrofe discutidas por Alÿs.

Frans Krajcberg
1921, Kozienice, Polônia. Vive em Nova Viçosa, Bahia, Brasil

Em sua vivência artística e ecológica, marcada pela decisão de constituir residência desde a década de 1970 em Nova Viçosa, Bahia, Frans Krajcberg encontra na diversidade e exuberância da flora a matéria- prima e a plasticidade que qualificam e compõem seu trabalho escultórico, assim como suas gravuras, pinturas, desenhos e fotografias.

O uso da natureza como temática e material é um ato consistente com sua posição de defesa do meio ambiente. Dentre as inúmeras obras desenvolvidas ao longo de sua trajetória, três conjuntos de esculturas – apelidadas de Gordinhos, Bailarinas e Coqueiros – ganham destaque no espaço expositivo do pavilhão modernista da Bienal, tomando parte do térreo e criando um ambiente de transição entre o exterior do parque e o interior do edifício.

Resquícios de madeira calcinada, troncos, cipós e raízes são transformados pela ação do artista por meio da talha, do recorte, da decomposição e da pintura.

Desse labor, compõem-se essas peças autoportantes de escalas e dimensões variadas, espalhadas por entre os elementos racionais dessa arquitetura monumental.

Gabriel Abrantes
1984, Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA. Vive em Lisboa, Portugal

Gabriel Abrantes explora a linguagem cinematográfica em sua produção de filmes e vídeos – os roteiriza, dirige, produz e neles ocasionalmente atua. Aborda temas históricos, sociais e políticos ao discutir questões pós-coloniais, de gênero e identidade.

Suas obras criam camadas de leituras improváveis ao alterar narrativas tradicionais e tocam o absurdo, o folclore, o humor e a política. Os humores artificiais (2016) foi rodado no Mato Grosso (Canarana e nas aldeias Yawalapiti e Kamayura dentro do Parque Indígena do Xingu) e em São Paulo.

Misturando certa estética hollywoodiana com abordagens típicas do registro documental, o filme conta a jornada de uma indígena comediante que se une a um robô e conquista a fama na indústria cultural de massa brasileira.

A obra, de natureza insólita, coloca em questão os hábitos humorísticos de diversos grupos indígenas em contraste com o progresso e a inteligência artificial.

Gilvan Samico
1928, Recife, Pernambuco, Brasil – 2013, Recife

Gilvan Samico apresenta em suas gravuras mitos e cosmologias repletos de simbologias. Suas composições têm a simetria e a verticalidade como valores que organizam narrativas sobre a natureza – sendo homens e mulheres parte desse ambiente – e instâncias sagradas que se relacionam com a vida terrena. Iniciou sua prática artística como autodidata no Recife, mas depois estudou sob tutela de Lívio Abramo e Oswaldo Goeldi. A impressão de suas gravuras era feita de forma minuciosa e manual.

A produção de cada peça presente na 32a Bienal levou um ano de trabalho do artista, entre 1975 e 2013. Influenciado pela arte popular nordestina, Samico tem como referência a literatura de cordel e o Movimento Armorial, sendo o encontro com o escritor Ariano Suassuna um importante ponto de inflexão em sua trajetória.

Partindo de narrativas locais, Samico traça uma história visual que engloba cosmologias sobre a formação do mundo e o estudo de livros como a trilogia "Memoria del Fuego", do escritor uruguaio Eduardo Galeano, publicada entre 1982 e 1986. Assim, os títulos das obras funcionam como chaves de leitura que, junto às imagens, revelam camadas que pertencem e povoam o imaginário de tantas culturas.

Grada Kilomba
1968, Lisboa, Portugal. Vive em Berlim, Alemanha

Grada Kilomba é uma escritora, teórica e artista que ativa e produz saber descolonial ao tecer relações entre gênero, raça e classe. Sua obra dispõe de formatos e registros distintos, como publicações, leituras encenadas, performances-palestras, videoinstalações e textos teóricos, criando um espaço híbrido entre conhecimento acadêmico e prática artística.

É partindo do gesto duplo de descolonização do pensamento e de performatização do conhecimento que Kilomba salta do texto à performance e dá corpo, voz e imagem a seus escritos. Na 32a Bienal, a artista mostra dois projetos diferentes. The Desire Project [O projeto desejo] (2015-2016) é uma videoinstalação dividida em três momentos: While I Speak, While I Write e While I Walk [Enquanto falo, enquanto escrevo, enquanto ando], vídeos cujo principal elemento visual é a palavra e que indicam a aparição de um sujeito enunciador historicamente silenciado por narrativas coloniais.

Já Illusions [Ilusões] (2016) é uma performance que usa a tradição africana de contar histórias em narrações e projeções de vídeo. A leitura evoca os mitos de Narciso e Eco como metáforas de um passado colonial e políticas de representação que só espelham a si mesmas.

Güneş Terkol
1981, Ankara, Turquia. Vive em Istambul, Turquia

Güneş Terkol desafia os imaginários relacionados ao feminino a partir de histórias pessoais ou coletivas compartilhadas por mulheres em oficinas que organiza para sua pesquisa e processo de trabalho. O bordado, prática culturalmente atribuída ao ambiente doméstico e ao labor da mulher, ganha camadas públicas e políticas em sua produção.

Na 32a Bienal, são apresentadas as séries Couldn’t Believe What She Heard [Não posso acreditar no que ela ouviu] (2015) e The Girl Was Not There [A menina não estava lá] (2016), essa última comissionada para a exposição. Na primeira, em uma montagem aberta, Terkol cria imagens nas quais elementos relacionados ao estereótipo do “universo feminino” – unhas esmaltadas, cabelos, sapatos – são contrastados com fragmentos de corpos cujo sexo não é possível identificar. Na segunda série, a artista resgata o caráter místico e idílico da natureza.

A coloração se origina de materiais orgânicos, como cebola, folhas de tabaco, abacate e beterraba, e compõe paisagens ou cenas que mesclam elementos ornamentais, molduras vazias e figuras inventadas. O tecido utilizado subverte a aparente fragilidade das obras e sua transparência possibilita entrever as composições, multiplicando e desconstruindo os imaginários do feminino e da natureza.

Créditos: história

Artistas:
De A a C
De D a G
De H a K
De L a Q
De R a Z

32ª BIENAL DE SÃO PAULO

FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO – EQUIPE PERMANENTE

Superintendência
Luciana Guimarães

Coordenadoria geral de projetos
Dora Silveira Corrêa · coordenadora

Coordenadoria administrativa
e financeira
Paulo Rodrigues · coordenador

Comunicação
Felipe Taboada · gerente
Adriano Campos
Ana Elisa de Carvalho Price
Diana Dobránszky
Eduardo Lirani
Gabriela Longman
Julia Bolliger Murari
Pedro Ivo Trasferetti von Ah
Victor Bergmann

Projetos Especiais
Eduardo Sena
Paula Signorelli

Relações institucionais e captação
Emilia Ramos · gerente
Flávia Abbud
Gláucia Ribeiro
Marina Dias Teixeira
Raquel Silva

Secretaria geral
Maria Rita Marinho
Carlos Roberto Rodrigues Rosa
Josefa Gomes

Arquivo Bienal
Ana Luiza de Oliveira Mattos · gerente
Ana Paula Andrade Marques
Fernanda Curi
Giselle Rocha
Melânie Vargas de Araujo

Editorial
Cristina Fino

Pesquisa e conteúdo
Thiago Gil

Produção
Felipe Isola · gerente de
planejamento e logística
Joaquim Millan · gerente de
produção de obras e expografia
Adelaide D’Esposito
Gabriela Lopes
Graziela Carbonari
Sylvia Monasterios
Veridiana Simons
Vivian Bernfeld
Viviane Teixeira
Waleria Dias

Programa educativo
Laura Barboza · gerente
Bianca Casemiro
Claudia Vendramini
Helenira Paulino
Mariana Serri
Regiane Ishii

Assessoria jurídica
Ana Carolina Marossi Batista

Finanças
Amarildo Firmino Gomes · gerente
Fábio Kato

Gestão predial e manutenção
Valdomiro Rodrigues da Silva · gerente
Angélica de Oliveira Divino
Larissa Di Ciero Ferradas
Vinícius Robson da Silva Araújo
Wagner Pereira de Andrade

Projetos incentivados
Eva Laurenti
Danilo Alexandre Machado de Souza
Rone Amabile

Recursos humanos
Albert Cabral dos Santos

Tecnologia da informação
Leandro Takegami · gerente
Jefferson Pedro

Serviços Terceirizados
Bombeiros
Empresa Atual
Serviços Especializados

Limpeza
Empresa Tejofran
Saneamento e Serviços

Portaria
Empresa Plansevig
Tercerização de Serviços Eireli

CURADORIA
Curador
Jochen Volz
Cocuradores
Gabi Ngcobo
Júlia Rebouças
Lars Bang Larsen
Sofía Olascoaga

Assistentes
Catarina Duncan
Isabella Rjeille
Sofia Ralston

ARQUITETURA
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Equipe
Daniel Winnik
Isa Gebara
Juliana Prado Godoy
Paula Franchi
Ricardo Amado
Silvana Silva

COLABORADORES COMUNICAÇÃO
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Assessoria de imprensa internacional
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COLABORADORES COORDENADORIA DE PROJETOS
Editorial
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Conservação
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Cristina Lara Corrêa
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PROGRAMA EDUCATIVO
Mediação
Maria Eugênia Salcedo
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Anita Limulja
Juliana da Silva Sardinha Pinto
Paula Nogueira Ramos
Silvio Ariente
Valéria Peixoto de Alencar

Mediadores
Peixoto de Alencar Mediadores Affonso Prado Valladares Abrahão
Alexandre Queiroz
Alonzo Fernandez Zarzosa
Ana Carolina Porto da Silva
Ana Lívia Rodrigues de Castro
Ananda Andrade do Nascimento Santos
André Luiz de Jesus Leitão
Ariel Ferreira Costa
Barbara Martins Sampaio da Conceição
Bianca Leite Ferreira
Bruno Coltro Ferrari
Bruno Elias Gomes de Oliveira
Bruno Vital Alcantara dos Santos
Carina Nascimento Bessa
Carlos Eduardo Gonçalves da Silva
Carmen Cardoso Garcia
Carolina Rocha Pradella
Cláudia Ferreira
Daiana Ferreira de Lima
Danielle Sallatti
Danielle Sleiman
Danilo Pêra Pereira
Diane Ferreira
Diran Carlos de Castro Santos
Divina Prado
Eduardo Palhano de Barros
Eloisa Torrão Modestino
Erica da Costa Santos
Felipe Rocha Bittencourt
Flávia de Paiva Coelho
Flávio Aquistapace Martins
Ian da Rocha Cichetto
Janaina Maria Machado
Jorge Henrique Brazílio dos Santos
José Adilson Rodriguês dos Santos Jr
Julia Cavazzini Cunha
Juliana Biscalquin
Karina da Silva Costa
Karina Gonçalves de Adorno
Leonardo Masaro
Letícia Ribeiro de Escobar Ferraz
Lia Cazumi Yokoyama Emi
Ligia Marthos
Lívia Costa Monteiro
Luara Alves de Carvalho
Lucas Francisco Del�no Garcia da Silva
Lucas Itacarambi
Lucia Abreu Machado
Luciana Moreira Buitron
Lucimara Amorim Santos
Ludmila Costa Cayres
Luiz Augusto Citrangulo Assis
Manoela Meyer S de Freitas
Manuela Henrique Nogueira
Marcia Falsetti Viviani Silveira
Marco Antonio Alonso Ferreira Jr
María del Rocío Lobo Machín
Maria Fernanda B Rosalem
Maria Filippa C. Jorge
Marília Souza Dessordi
Marina Baf�ni
Marina Colhado Cabral
Mateus Souza Lobo Guzzo
Nei Franclin Pereira Pacheco
Nina Clarice Montoto
Paula Vaz Guimarães de Araújo
Pedro Félix Ermel
Pedro Wakamatsu Ogata
Renato Ferreira Lopes
Roberta Maringelli Campi
Rogério Luiz Pereira
Rômulo dos Santos Paulino
Thiago da Silva Pinheiro
Thiago Franco
Tiago Rodrigo Marin
Tiago Souza Martins
Vinícius Fernandes Silva
Agendamento
Diverte Logística Cultural

Difusão
Elaine Fontana
Articuladores
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Celina Gusmão
Gabriela Leirias
Maurício Perussi
Valquíria Prates

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Ambulância
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Administração
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Silvia Andrade Simões Branco

Bombeiros
Local Serviços Especializados

Compras
Daniel Pereira Nazareth
Leandro Cândido de Oliveira

Jurídico
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Limpeza
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Segurança
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Créditos: todas as mídias
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