50 anos de carreira

Instituto Elifas Andreato

Imprensa

Quando os palcos chamaram, pôs-se ao lado dos grandes atores e diretores de seu tempo para criar cenários e cartazes que, além de representar a obra encenada, colocavam pedras no caminho dos dirigentes de coturno. É o caso do cartaz de Mortos
sem Sepultura, de Sartre, no qual Elifas insistiu em desenhar um sujeito pendurado num pau de arara. “Isso não tem nada a ver com a ocupação nazista na França”, bradou o policial que apreendeu os cartazes. “Pau de arara é coisa nossa.”

"Pertenço a uma geração de jornalistas que lutou e venceu o arbítrio e o horror da ditadura militar.

Amigos que ainda conservo com uma certa nostalgia de um tempo que tinha a solidariedade unindo as diferenças."

Créditos: história

Instituto Elifas Andreato, 2016.

Créditos: todas as mídias
Em alguns casos, é possível que a história em destaque tenha sido criada por terceiros independentes. Portanto, ela pode não representar as visões das instituições, listadas abaixo, que forneceram o conteúdo.
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