9 de set de 2014 - 12 de out de 2014

Made by... Feito por Brasileiros

Cidade Matarazzo

Invasão Criativa que ocorreu no antigo Hospital Matarazzo, em São Paulo, 2014, e contou com cerca de cem artistas, entre brasileiros e estrangeiros.

ENTRADA

Ande por dentro do Cidade Matarazzo com o tour virtual e vivencie a invasão criativa ocorrida em 2014, no antigo Hospital Matarazzo, a exposição "Made By... Feito por Brasileiros".

BLOCO A
De A1 à A33.

A1 - A performance transforma o sabugo de milho em sabugo de pérola e desenha um círculo de milho sobre o arco central. A presença do corpo humano tem semelhanças com o teatro, estando inserido no cenário.

A2 - Segundo Lygia Clark, os participantes "primeiro sentem que estão puxando o fio para fora. Em seguida, eles começam a perceber que estão puxando suas próprias tripas".

A3 - A artista criou uma floresta fantasma nas paredes e uma espécie de cadeira que não apoia ninguém, que vem a ser um tronco no meio do espaço. O conjunto forma uma paisagem de rara intensidade.

A4 - Homenagem a duas seringueiras que ficam na entrada do hospital: o desenho representa a energia delas, que se espalha pelas paredes, pelo piso e pelo teto.

A5 - A Academia da Árvore do Museu do Invisível propôs que alguns artistas dessem suas contribuições para o Manifesto da Árvore, representado pelas experiências do despertar de conscientização da árvore.

A6 - 50 desenhos foram expostos na sala denominada Clínica da Árvore.
Em 'Floresta Invisível", cria-se uma floresta fantasma, mágica. Elaborada a partir de tela de metal, crânio, pedras e outros objetos.

A8 - Os arbustos que seriam destruídos foram coletados pelo artista, que propôs salva-los e trata-los, replantando-os em novos e grandes vasos. Uma das etapas do cuidado era cobrir os troncos com ouro.

A9 - Os raios partem de uma árvore com uma geometria que é mutável e se assemelha a um prisma fixo. Possui a intenção de filtrar a visão dos visitantes.

A10 - A floresta feita em carvão é iluminada por imagens de vídeo de curiosas criaturas flutuantes. Como fantasmas, as imagens passam fugazmente pela realidade de uma exposição.

A11 - São melancias penetradas por folhas de espada-de-são-jorge forjadas em latão, que receberam pintura imitando o padrão rajado dos verdes escuros e claros da planta.

A12 - FILMES:
À Meia-Noite Levarei Sua Alma
Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver
Pesadelo Macabro
O Estranho Mundo de Zé do Caixão
Ritual dos Sádicos
A Estranha Hospedaria dos Prazeres
Fogo Fátuo

A13, B22, C9, C12 e D1 - Estrutura de metal feita com jornais amassados em referência ao consumo de informações irrelevantes. Jornais e os computadores formavam "paredes de dejeto", criados pela cultura viciada em informação.

A14 - "Os totens estão presentes na memória dos homens. Eles vêm de diferentes eras e mundos". As obras de Feldman são lembranças dos primeiros séculos, revisitadas através de uma linguagem contemporânea.

A15 - "Tendo as imagens como lanterna e o texto como sombra, o projeto consiste em trazer para o espaço físico a investigação [do que é o invisível]."

A16 - Imagens das manifestações paulistas de 2013, em que se associam às ações repressivas policiais e governamentais, o cuidado, a anestesia clínica e atmosfera da incerteza, imanentes a um hospital.

A17 - A proposta é devolver ao espaço vazio o ritmo da passagem do tempo. Não com a precisão do relógio, mas num ritmo de silenciosa passividade. O ponteiro gira em três rotações por minuto.

A18 - Rodrigo Bueno descreve a obra com um trecho de um poema: "Quem são esses Santos? / Somos nós esses pacientes calados? / (...)". Os santos e as plantas foram recolhidos nas dependências do Hospital.

A20 e E17 - Intervenções com cabos e fios elétricos de cor vermelha distribuídos nos espaços do hospital. Remete ao circuito de veias e vasos humanos no qual circula sangue, fazendo referência ao hospital.

A21 - Na obra, a luz funciona como um fator simbólico e emocional, com a função ferramental de iluminar o escuro. É proposta uma combinação entre alta tecnologia e imagens poéticas.

A22 e A26 - O apartamento de Woodman era o espaço de seus questionamentos e fantasmas, onde ela falava sobre o imperceptível, sobre a ausência e o invisível, por meio de um jogo de esconde-esconde com o nada.

A23 - Os elementos utilizados remetem aos visitantes associações com o feminino em dois estados: primeiro do erotismo e, segundo, dando uma ideia de maternidade por meio da conotação uterina do ambiente

A24 - A ideia de um corpo apresenta-se desfigurada, estabelecendo uma continuidade material com o ambiente deteriorado em que este se encontra imerso.

A25 - Trabalho de memória, obra-espelho. Daniel Senise fez o passado e o futuro se encontrarem ao dividir uma das salas do antigo Hospital.

A27 - Videoinstalação com corpos que dançam em velocidade normal ou em um hipnótico slow motion, permitindo uma perspectiva da fusão que o artista faz entre estrutura, decoração e movimento.

A28 - Para denunciar a indústria de produção de frangos, o vídeo que contempla o conceito barroco de 'natureza morta', com galinhas que se alimentam sem parar das delícias da terra da fartura (Cockaigne).

A29 - A obra de Vik Muniz conta o caso de Agenor Andrade Filho, mostrando documentos que evidenciam sua veracidade, assim como objetos do hospital, mobiliário e a história escrita na parede.

A30 - A artista criou Mercurial, uma videoinstalação, especialmente para o hospital Matarazzo. Apresenta um par de pés femininos, pintados de prata, girando numa espécie de piscina de líquido viscoso prata.

A31- O documentário e seis áudios visam homenagear o artista, a partir de algumas obras artísticas de sua autoria.
Além disso, há a obra Poemas Reversíveis - checar descrição da obra para mais informações.

A32 - Na parede, cenas documentais das multidões nos bailes de funk carioca, paisagens das favelas e cenas diurnas. Na antessala, a caixa de som reproduz fragmentos de gravações em bailes ou trechos de funk.

A33 - A caligrafia chinesa à base de água é uma atividade poética e efêmera para escrever. Minutos depois, a escrita desaparece. Portanto, é considerada uma maneira popular de meditação.

BLOCO B
De B1 à B25.

B1 e B3 - O artista geralmente cria grandes obras que muitas vezes rearticulam as características físicas de um específico ambiente urbano ou arquitetônico. Ainda, usa materiais que têm uma relação com o local.

B2 - O trabalho do artista lida com questões de lugar, estrutura, material, design e superfície com uma sensibilidade conceitual rigorosa. Compromete-se com a subversão minimalista de itens do cotidiano.

B4 - O vídeo revela um carro branco abandonado em uma floresta às margens de uma lagoa. A estrutura do carro é incapaz de conter o impacto da explosão dos fogos de artifício.

B5 - Transforma lugares cobrindo-os de óleo escuro, criando superfícies refletoras, profundas, onde o corpo é excluído. No Matarazzo, criou um espelho de silêncio cobrindo o piso que reflete o entorno.

B6 - A obra sugere várias geometrias que, com o constante balanço das esferas do móbile, criam uma composição infinita, sempre semelhante, mas nunca a mesma.

B7 - Uma grande impressão fotográfica sobre uma tela é mostrada de forma que o público não sabe se vê uma grande rede de pesca ou um véu protetor. Duas pequenas esculturas completam a instalação.

B8 - Segundo Marcia Xavier, "a ideia do projeto é trazer as sombras e as projeções das janelas para o corredor no térreo."

B9 - Instalação de arte interativa. Foi criada uma caverna luminosa feita com materiais recicláveis.
Cosmic Cavern #31 foi reunia uma infinidade de objetos plásticos pintados com tintas neon.

B10, B12, B14 e B16 - Os passos de quem caminha por esse local geram fumaça que, em contato com feixes de laser, criam "paredes" de luz nos eixos dos corredores e nas portas, desenhando uma nova espacialidade.

B11 - Dois ambientes são filmados em um lapso de tempo. Em cada uma das salas da intervenção, as janelas são pintadas de preto e vê-se uma grande projeção de uma outra janela.

B13 - Em 9 Colares da Liberdade, o artista refere-se à história dos escravos no Brasil. Eles se adornavam com joias extravagantes de seus patrões, depois, no momento de fuga, as abandonavam nas árvores.

B15 - Dois ambientes são filmados em um lapso de tempo. Em cada uma das salas da intervenção, as janelas são pintadas de preto e vê-se uma grande projeção de uma outra janela.

B17 - Os materiais descartados encontrados pelo artista, no meio dos destroços do Hospital, formam uma colagem de composição sutil.
Os materiais: pedaços de grades, gesso quebrado, folhas secas e concreto.

B19 - Visitantes participando da performance na sala do beijo da Natura.

B20 - Videoinstalação narrada em português; os quatro pontos cardeais são personificados e cada um possui um caráter idiossincrático. Eles se envolvem, discutem e interagem entre si.

B21 - O video retrata a história absurda por trás de um elevador localizado em um prédio residencial, que sofre com constantes problemas operacionais. O elevador apresenta uma série de situações surreais.

B24 - As obras que o artista apresentou fazem analogia ao cotidiano em regiões subdesenvolvidas e situações socioculturais de ocupação territorial, costumes e elementos corriqueiros.

B25 - Um conjunto de gaiolas é transformado em ninhos e atrelado a uma árvore. Símbolos de aprisionamento e contenção, aqui as gaiolas estão abertas para o céu, tornam-se lugares de aconchego.

BLOCO C
De C1 à C14.

C1 - A arte da tribo é a única forma de registro de um povo não familiarizado com a escrita. É um registro da vida social dessa comunidade.

C2 - A caligrafia do artista no corredor, nas paredes, no teto e no chão do antigo Hospital interage com o trabalho da tribo Warli.

C3 - Instalação sonoro-visual sinestésica constituída de três elementos fundamentais, que se complementam, formando a obra: um vídeo; objetos com fragmentos sonoros e cores; e a participação do público.

C4 e M1 - Intervenções e instalações realizadas com a participação do público. Uma das obras é em grafite com retratos em estêncil. A outra obra são filmes-depoimentos de pessoas que eram ligadas ao hospital.

C5 - A escultura gera um efeito nas redondezas urbanas e no contexto arquitetônico. O trabalho oferece ao público um retrato que pode ser usado como uma pausa e uma reflexão sobre a identidade do lugar.

C7 - O trabalho é formado pela relação tridimensional de esqueletos de pipa, que juntos formam uma grande massa estrutural construída de modo a criar um jogo entre dentro e fora, geométrico e orgânico.

C8 - Resíduos do edifício abandonado, entulho e tijolos criam um organismo. Os destroços se sobrepõem na arquitetura, propagam-se e tentam se erguer no local. Tudo oscila entre crescimento e petrificação.

C10 - O artista criou uma instalação fotográfica que evoca momentos efêmeros, explorando o pathos das relações interpessoais, de gênero e do desejo.

C11 - Em colaboração com Tomas Faria, a bailarina criou uma intervenção conceitual, integrando dança, estética, arquitetura e emoção na ocupação intuitiva do espaço vazio do antigo Hospital.

C13 - Contra a ideia de palco e plateia, a moita quebra toda a estrutura segmentária que distingue autor e espectador. Há ação e integração. Cria um espaço intermediário entre o público e o privado.

C14 - As esferas e as cordas são materiais que, simbolicamente, aludem aos elementos orgânicos, tais como as células do cordão umbilical, ao mesmo tempo que se comportam como pontos e linhas.

BLOCO D
De D1 à D8.

D2 - As obras de Carioba são desenvolvidas sob o signo da decomposição e da subtração de formas expressivas. É como se fosse preciso recuar até a imaterialidade do som para construir um objeto artístico.

D3 - Ao visitar o prédio abandonado, a artista observou uma camada de sujeira depositada pelo tempo. Em um gesto invertido, propõe subtrair a poeira do entorno dos cômodos, destacando as margens do lugar.

D5 - Intervenção de corte, pintura e colagem sobre as fotografias. Nelas, a natural desorganização da distribuição dos personagens denuncia que eles não posaram, mas foram capturados durante as atividades.

D6 - Destricted.br é a versão brasileira da Destricted, concebida por Neville Wakefield. Ela partiu de um convite aos artistas para criarem filmes de natureza erótica (explícitos ou não).

D7 - Chico e Filó são Francesco Matarazzo e Filomena Sansivieri, sua esposa. A história do hospital aponta para um período em que a comunidade e as instituições andavam de mãos dadas, assim como o casal.

D8 - Atualmente, o descarte de borracha é um problema ambiental. A obra é a ideia de um trabalho desenvolvido pelo homem que volta para assombrá-lo. A instalação é construída a partir de carcaças de pneus.

BLOCO E
De E1 à E21.

E1 - Objetos se lançam no vão do espaço expositivo e ocupam o interior das salas, acompanhados de um curta-metragem intitulado Dádiva 1 - COPOD'ÁGUAPORVIOLONCELO.

E2 - São reproduções de cartazes de boxe cobertos com estrelas.
A instalação sugere uma meditação sobre o corpo "quebrado" do edifício, e metaforicamente, sobre o papel dos hospitais como espaço de cura.

E3 - Imagens, posteres, gravuras, pinturas e fotografias, encontradas no hospital, que provavelmente serviram como janelas para os pacientes que permaneceram ali por um tempo prolongado.

E4 - A artista criou um mural de colagem e pintura em um dos corredores do edifício. Pintou figuras abstratas que dançam e brincam entre imagens coloridas flutuantes.

E5 - McGee é um pioneiro na prática de pintar diretamente sobre as paredes, transferindo, dessa forma, a natureza intrusa do grafite para o espaço da galeria.

E6 - Essa escultura composta de tiras de papel, é o resultado da reciclagem de detritos da nossa sociedade. Forma um tipo de monstro amorfo, não identificável, que assemelhasse a um elefante, mas com o qual todos podem se identificar, brincar ou transforma-lo em seu inimigo.

E7 - A obra combina escultura e video a partir de um roteiro de filme de terror que o artista escreveu e dirigiu com o cineasta americano Gary Breslin.

E8 - O túnel a que se refere o artista reflete a maneira como ele percebe a situação em que se encontra o seu país, o Egito. É um conceito de confinamento, de medo, de incerteza.

E9 - A artista instalou o estúdio de filmagem no Mercado de São Joaquim e pediu para que os comerciantes posassem diante de um tecido com um objeto que era vendido no seu box.

E10 - A obra faz referência a uma viagem que o artista fez para o Japão, especialmente no que diz respeito à observação de como a cultura japonesa faz do controle uma arte, como no princípio do bonsai.

E11 - Instalação sonora-visual na qual a artista instiga as nossas percepções por meio de pinturas da tribo Huni Kuin e de poemas harmônicos. Huni Kuin ou Kaxinawá é o maior grupo indígena do Estado do Acre

E12 - No vídeo, as formigas levam pedaços de papeis coloridos, fazendo alusão aos confetes, que são usados no Brasil apenas durante o carnaval. O som, composto pelo duo O Grivo, relaciona-se com o carnaval.

E13 - Adel Abdessemed transforma imagens do cotidiano em declarações artísticas inesperadas e chocantes. Suas fontes de referência são, em geral, de cunho pessoal, social e político.

E14 - As imagens, que se referem a uma pesquisa feita em Inhotim, foram projetadas e distorcidas por espelhos de vários tamanhos, criando dimensões e imagens variadas em seis diferentes pontos das salas.

E15 - A obra faz parte da série O Botânico, na qual o artista se inspira na história da comunidade chinesa do Taiti. O objetivo é aprender sobre a história da árvore e o processo de impressão natural.

E16 – A programação de vídeos e filmes brasileiros e internacionais, durante as cinco semanas de exposição baseou-se em cinco projetos: Eternal Rhythm, curadoria de Nadja Romain; Cinema Yemanjá,
programação formada pelos filmes da 3a bienal da Bahia, com apoio Maison de France; Mostra Vídeo Tal,
curadoria de Gabriela Maciel e André Sheik; Espírito da Floresta, por
Amilton Pellegrino de Mattos e Ibã Huni Kuin; Manifesto do Naturalismo Integral, por Sepp Baendereck.

E18 - Gush é sobre a memória do oceano. Reflete paisagens polimorfas e ambíguas. "Uma onda de água que passou através da sala e caiu de encontro à superfície da parede, voando de volta para o mar".

E19 - A artista conectou a história da família Matarazzo com a da sua família e a do Brasil. Mostrou a influência dos Matarazzo na luta de classes, no feminismo e na construção de ruas e estradas.

E21 - Instalação elaborada com papelão. Tridimensional que nos convida a refletir sobre a criação e o movimento da matérias desde a sua origem, como também o exercício de olhar o belo.

BLOCO F
De F1 à F6.

F1 - A chuva improvável que atravessa os dois andares da antiga lavanderia do Hospital Matarazzo é um desejo do artista de lavar esse lugar destinado à demolição.

F2 - Os papeis espalhados por paredes, pisos e teto ficaram numa movimentação incessante gerada pelo vento produzido por vários ventiladores. Ideia de transformação análoga ao movimento do nosso corpo.

F4 - "Quis falar da relação entre o trabalho desse imigrante, a ideia de um lugar desejado, a preservação dos alimentos e de uma memória. Construí uma peça a partir de uma geladeira antiga(...)."

F5 - O mural remete a elementos da cultura popular do nordeste, em especial, às xilogravuras para cordel - publicações em versos que apresentam uma xilogravura na capa.

F6 - O grafite ilustra personagens em uma colcha de retalhos à maneira de uma paisagem urbana, líquida.
As referências do artista vêm do muralismo mexicano e do folclore da cultura do México. entre outros.

BLOCO G 
De G1 à G6.

G1 - O labirinto é uma instalação de grama em caracteres Kufic, a antiga caligrafia árabe. O lema foi repetido várias vezes na preparação do labirinto, que pode ser lido por quem fala árabe.

G2 - A performance de dança assinada por Marcia Milhazes e o cenário por Beatriz Milhazes, compõem a obra coreográfica, Camélia.

G3 - O artista nos coloca no lugar da palmeira, para que possamos sentir o que é percebido de seu ambiente, colocando-nos na posição de um observador imóvel. O observatório também é um lugar de meditação.

G4 - O trabalho consiste em dois veículos de antigas ambulâncias, estacionados no Hospital, que continham em seus interiores diversas lâmpadas recuperadas nas salas do prédio.

G5 - As Valquírias são inspiradas nas personagens femininas da mitologia nórdica. Suspensos no teto, os corpos das Valquírias de Vasconcelos também voam para tarefas divinas, como guardiãs do espaço.

G51- Piano Dentelle #2, une a elegância erudita de um piano de calda e seu banco com a tradição popular de proteger os objetos domésticos com toalhas de crochê, gerando uma nova dimensão a tradição, ao elaborar um efeito cinético e psicodélico, sem perder a plena integridade funcional do objeto.

G6 - O artista evidencia em suas obras cenas de diferentes interpretações que moram no inconsciente coletivo, ou situações relacionadas com o mundo urbano contemporâneo.

M2 - Baleia é veículo de diálogo entre muros, navegando entre rasuras quase invisíveis, emergidas de um oceano de paralelepípedos. Uma carta coletiva para estimular a convivência da Baleia a partir da arte.

Cidade Matarazzo
Créditos: história

IDEALIZADOR: Alexandre Allard

CURADORIA: Marc Pottier (UE/Brasil)

CURADORIA ADJUNTA: Maguy Etlin

CURADORES CONVIDADOS: Simon Watson (EUA), Baixo Ribeiro - Labcidade (Brasil), Pascal Pique (França), Gabriela Maciel & André Sheik (Brasil), Nadja Romain (U.K.)

COORDENAÇÃO GERAL: Katia d’Avillez

DIREÇÃO EXECUTIVA: Companhia das Licenças e Base7 Projetos Culturais

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Summit-Lauro Andrade e Dedo de Moça - Thais Leal

DIREÇÃO TÉCNICA: Jean Toussaint

DIREÇÃO DAS PARCEIRAS: Andréa Mannelli

GESTÃO DAS PARCEIRAS: Fabio Klein

GESTÃO DO PROGRAMA EDUCATIVA: Maria da Penha Brant

DIREÇÃO COMUNICAÇÃO E EVENTOS: Elise Lombrage

ASSESSORIA DE IMPRENSA: A4 Comunicação-Mai Carvalho

ASSISTENTES CURADORIA: Naime Endo, Vitor de Araujo da Silva

ASSISTENTES COMUNICAÇÃO: Beatriz Barros, Otávio Garcia

ASSISTENTE HOSPEDAGEM: Luciana Conte

PRODUÇÃO EVENTOS: Antonio Stan Stancato, Pete Moinhos, Carol Carvalho

AGRADECIMENTOS: Cristiane Rondon, Karla Osorio, Junior Camargo, Marcello Rossi, Caio Luiz de Cavalho, Gisele Kato, Karina Ades, Renata Moreira dos Santos Massimino, Sandro Bianco, Luiz Rodrigues, Simon Widman, Juliana Martins, Rémy Fleury, Maria Buccellati, Lalai e Ivi, the International Escritorinho of Arts, Ding Musa e todos os patrocinadores.

Créditos: todas as mídias
Em alguns casos, é possível que a história em destaque tenha sido criada por terceiros independentes. Portanto, ela pode não representar as visões das instituições, listadas abaixo, que forneceram o conteúdo.
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