RECICLAGEM E SOLUÇÕES

Museu do Amanhã

O reaproveitamento de elementos considerados "inservíveis" no pós-consumo nunca foi tão necessário. O alerta vermelho soou em sociedades guiadas pela cultura do descartável. Mudar hábitos e processos torna-se necessário para poupar recursos naturais e preservar nosso planeta. Apesar das dificuldades, a indústria da reciclagem movimenta milhões no mundo e recupera todo o tipo de material: plásticos, restos animais, vidros, alumínio...

NADA SE PERDE, TUDO SE TRANSFORMA...
Não há uma fórmula global para a reciclagem. A viabilidade econômica e ambiental de se reaproveitar matérias-primas dependem de diversos fatores. O alumínio, por ter alto valor de mercado, é um dos insumos mais demandados pela indústria de reciclagem. Brasil segue líder mundial na reciclagem desse material, muito por conta da pobreza. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita são poupados. Acima, jovens separam latinhas de alumínio na Micronésia, Oceania.

A catação de materiais recicláveis em lixões a céu aberto ainda é um flagelo socioambiental. Na imagem, rapaz cata recicláveis em lixão nas Filipinas (foto: Kate Davison/Greenpeace).

Plásticos para reciclagem, em um centro de recolhimento de material reciclável em Londres (foto: Amanda Gazidis/Greenpeace).

Crianças aprendem sobre reciclagem na escola em Hamburgo, na Alemanha. País foi pioneiro em logística reversa de embalagens: o retorno dos materiais no pós-consumo ao início da cadeia produtiva (foto: Boris Rostami/Greenpeace).

Eletrônicos recolhidos durante evento de reciclagem em Virgínia, Estados Unidos (foto: Tim Aubry/Greenpeace).

A compostagem - transformação de restos de comida em uma espécie de adubo - é uma alternativa ao desperdício. Em Santa Catarina, mulher prepara uma composteira (foto: Peter Caton/Greenpeace).

Segundo a ONU, a indústria eletrônica gera a cada ano até 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico de bens como computadores e celulares smartphones. Na imagem, um centro de triagem na Eslováquia (foto: Juraj Rizman/Greenpeace).

Cacos de vidro antes da reciclagem. O Brasil produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano (foto: Divulgação/Abividro)

ECONOMIA CIRCULAR
Alguns materiais mais inusitados também podem ser reaproveitados. A empresa Chaco-Vaco, de Duque de Caxias, na Região Metropolitana do Rio, recebe 5 mil toneladas/mês de restos de madeira. O material abastece caldeiras de indústrias, que deixaram de lado a queima insustentável do óleo e do gás natural. O desafio ainda é gigantesco, pois as indústrias ainda não podem contar com um mercado estruturado de reaproveitamento de biomassa no Brasil. Na Europa, esse mercado está mais estruturado. A economia da Alemanha obtém 29% da eletricidade que consome de fontes renováveis: solar, hídrica, eólica e a proveniente de madeira e biomassas.

A Chaco-Vaco mantém 250 pontos de coleta, de onde pega restos de madeira de grandes indústrias a fábricas de pequenos móveis (foto: Gustavo Otero).

Cavacos de madeira são processados: material tem alto potencial calorífico, mas muitas vezes acaba enterrado em aterros sanitários (foto: Gustavo Otero).

A minimização do uso de recursos naturais, economia de energia e matérias-primas e geração de emprego são alguns dos benefícios da reciclagem da madeira (foto: Gustavo Otero).

Cinzas resultantes do processo de queima da madeira em fornos de uma indústria de reciclagem (foto: Gustavo Otero).

Ossos bovinos e gordura animal chegam a uma indústria recicladora em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (foto: Gustavo Otero).

O material é triturado... (foto: Gustavo Otero)

... e termina virando sabão (foto: Gustavo Otero).

Funcionário coloca o sabão numa embalagem. Restos de carne e ossos acabam com destino mais nobre do que o lixo (foto: Gustavo Otero).

Créditos: história

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Diretor Presidente: Ricardo Piquet
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Redator de Conteúdo: Eduardo Carvalho
Estagiária: Thaís Cerqueira
Fotos: Gustavo Otero, Greenpeace

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