Correios em Portugal - 500 anos

Fundação Portuguesa das Comunicações

Haverá poucas histórias tão emocionantes como a do correio. A necessidade milenar e constante de os homens trocarem mensagens levou Reis, primeiro, e Estados depois, a lançarem mão de todos os recursos possíveis para vencer a distância.

Pintura de José Pedro Roque Martins Barata. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.

Peregrinos, escudeiros, correios a cavalo, diligências da mala-posta e ambulâncias ferroviárias foram sendo sucessivamente usados, ao longo da história, para fazerem chegar missivas aos seus destinos.

Pintura de José Pedro Roque Martins Barata.

Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.

Património Artístico – Pintura
Na pintura destacam-se obras do século XX, de José Pedro Roque Martins Barata e de Maria Keil. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.

A obra representa quatro momentos da viagem da Mala Posta da linha Lisboa – Porto, inaugurada em 1855. O traçado do percurso está representado no mapa de Portugal, onde se destaca o litoral e se assinalam as localidades da Estação de Muda da Mala-Posta.

A Jornada

A Ceia

A Muda

A Pernoita

Ao mesmo tempo, inventou-se o selo e democratizou-se o acesso à correspondência, através da distribuição domiciliária.

Já no século XX, com a inovação, modernização e criação de novos serviços e a aplicação das novas tecnologias à indústria e atividade postal, a circulação de correspondências e mercadorias torna-se tão veloz e eficiente como o mundo de hoje.

Nos anos 40, Maria Keil realiza um conjunto de obras alusivas à temática do Transporte de Correio, para decorar a sala de público da Estação de Correios do Funchal.

Património Postal
Este grupo de peças do seculo XIX e XX representa uma parte da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações. Entre elas apresenta-se uma Tabuleta de sinalização de horários, uma Balança pesa-cartas de Lourenço de Araújo, uma Placa de “Directoria do Correio”, uma Caixa de "Directoria do Correio", uma Caixa Postal "1º Districto" e um Marco Postal Nº 824.
Património Artístico – Tapeçaria
A tapeçaria de Portalegre dá os seus primeiros passos em 1946 e nasceu da iniciativa de dois amigos, Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro, que pretendiam reviver a tradição dos tapetes de ponto de nó em Portalegre. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações destaca-se a tapeçaria executada pela Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que interpretou rigorosamente o cartão original da autoria de Luís Filipe de Abreu, de 1982.
Património Postal – Transportes
O transporte regular de correio por carruagens de mala-posta começou em Inglaterra, em 1784. Logo em 1798, em Portugal, beneficiando da abertura da estrada entre Lisboa e Coimbra, iniciou-se o serviço regular de mala-posta. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações apresenta-se dois exemplares: um do modelo inglês e outro do modelo francês, ambos do século XIX.
Património Documental – Fotografia
No século XX destacam-se as fotografias de Francisco Santos Cordeiro, autor cujo trabalho fotográfico desenvolvido nas décadas de 20 e 30, compreende temas como instalações, equipamentos e serviços na área das comunicações. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Património Documental – Cartaz
Cartaz publicitário com intuito de promover a propaganda dos serviços dos correios, telégrafos e telefones, bem como explorar um serviço de propaganda comercial, para uso do público, neste caso um exemplar de Lima e Hernâni, 1937. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.

Visite a exposição Vencer a Distância – Cinco Séculos de Comunicações em Portugal

A história dos correios é, afinal, uma história de sucessos e uma ótima maneira de conhecer a história da evolução do mundo.

Créditos: todos os meios
Em alguns casos, é possível que a história em destaque tenha sido criada por terceiros independentes, podendo nem sempre refletir as visões das instituições, listadas abaixo, que forneceram o conteúdo.
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