32ª Bienal de São Paulo - de A a C

Bienal de São Paulo

Incerteza Viva, o tema desta edição, reuniu artistas ao redor do mundo. Conheça seus trabalhos!

Alia Farid
1985, Kuwait. Vive no Kuwait e em Porto Rico

Alia Farid trabalha num campo híbrido entre arte e arquitetura, estimulando o pensamento crítico sobre os espaços urbanos. Seus projetos se manifestam na forma de intervenções, vídeos e instalações. Para a 32a Bienal, a artista desenvolveu um vídeo nas construções da Feira Internacional Rashid Karami em Trípoli, Líbano (1963). Este complexo arquitetônico foi desenhado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, assim como alguns prédios do Parque Ibirapuera em São Paulo (1953) – construídos para o IV Centenário da cidade. Ambos são projetos de grandes proporções voltados para o convívio e para o uso público.

Contudo, a história de cada cidade acarretou desdobramentos distintos. Enquanto o parque é conhecido como um dos espaços culturais e de lazer mais importantes de São Paulo, a feira em Trípoli teve sua construção interrompida em 1975 por problemas financeiros e como consequência da Guerra Civil Libanesa, que perdurou até 1990. Em estado permanente de ruína, essas estruturas já abrigaram munição, milícias e refugiados, e são usadas para shows e como espaço de lazer. O filme Ma’arad Trablous [A exposição de Trípoli] (2016) trata da adaptação, tradução e uso de conceitos da arquitetura para regiões geográficas distintas e de como essas construções atuam em diferentes circunstâncias culturais, sociais e políticas.

Alicia Barney
1952, Cali, Colômbia. Vive em Bogotá, Colômbia

A obra de Alicia Barney levanta questões ligadas à ecologia, promovendo duras críticas ao modelo de desenvolvimento capitalista e sua relação com a natureza. Alguns de seus trabalhos conectam elementos da paisagem aos problemas ambientais, seja através da exibição de água poluída apanhada no rio Cauca, na Colômbia (Río Cauca, 1981-1982) ou do ar coletado em uma zona industrial e exposto em cubos de vidro (Yumbo, 1980).

Certa de que aspectos da vida diária se integram à produção artística, Barney desenvolveu também instalações com objetos e materiais recolhidos em seu entorno (Diario objeto I e II, 1977 e 1978-1979 e Un día en la montaña [Um dia na montanha], que integra a série II).

Por meio da ideia de artista-xamã, ela destaca o caráter mágico ou ritual de seu vínculo com esses objetos, retomando o gesto de povos indígenas pré-hispânicos. Em Valle de Alicia [Vale de Alicia] (2016), Barney intervém na paisagem do Parque Ibirapuera, construindo um instrumento feito de tubos, semelhante a um órgão, para ser tocado aleatoriamente pelo vento.

Junto ao instrumento foram instaladas esculturas de cogumelos feitas de papel e resina, sobrepondo uma camada psicodélica àquela paisagem e concatenando a ação do acaso, o estímulo aos sentidos e alterações na percepção do cotidiano.

Ana Mazzei
1980, São Paulo, Brasil. Vive em São Paulo

Em suas obras, Ana Mazzei parte da literatura e do teatro para materializar diversas situações de observação e de encenação na forma de instalações, esculturas, desenhos, fotografias e performances. Ao utilizar o imaginário de narrativas épicas ou mitológicas, suas instalações sugerem uma performance na qual não fica claro se o público observa ou se é observado.

Os objetos e as esculturas de Mazzei são entendidos em relação ao corpo e questionam noções de orientação, posicionamento e organização que dirigem a maneira como nos relacionamos com o espaço. A artista evoca imagens recorrentes da história da pintura, muitas delas metáforas bíblicas, mas também simbolismos políticos e especulações científicas e filosóficas sobre o universo.

Ao estudar a “posição de êxtase”, por exemplo, tão presente na história da arte ocidental, faz convergirem o gestual do sagrado e os sintomas atrelados aos primeiros estudos da psiquiatria, quando essa posição era associada a quadros de histeria.

Com a obra Espetáculo (2016), Mazzei propõe um novo território de atuação, em que objetos são colocados em uma situação ambígua: como protagonistas de um teatro sem ação ou plateia de uma ativação que ocorre no corpo do visitante. Suas formas remetem a objetos de estudos astrológicos, ou à aparelhagem de uma ciência diferente da que conhecemos.

Anawana Haloba
1978, Livingstone, Zâmbia. Vive em Oslo, Noruega

A prática artística de Anawana Haloba é um contínuo processo de pesquisa sobre a posição de diferentes sociedades nos vários contextos políticos, sociais, econômicos e culturais, assim como sobre estruturas ideológicas pós-independência.

Suas obras se vinculam e atravessam simbolicamente seus exercícios preparatórios para a escrita de poemas, dos quais a artista extrai obras performativas na forma de imagens em movimento, instalações e sons. Haloba cria situações nas quais a cultura material de um lugar qualquer pode ser explorada e reconsiderada dentro do esquema contemporâneo de rápidas transformações da subjetividade.

Para a 32a Bienal, Haloba apresenta Close-Up [Aproximação] (2016), uma instalação com elementos sonoros centrada em cubos de sal que, ao longo do tempo, passam por processos de liquefação e gotejamento. O trabalho faz referência direta aos fluidos corporais humanos, aos minerais encontrados na paisagem e à importância histórica do sal como moeda de troca.

A dissolução e a formação de gotas de sal é um processo lento, programado e amplificado, que ao fim leva ao alívio, por um lado, e à extinção, por outro.

Antonio Malta Campos
1961, São Paulo, Brasil. Vive em São Paulo

Na trajetória de Antonio Malta Campos, iniciada em meados dos anos 1980, observa-se uma pesquisa plástica contínua em torno do desenho e da pintura, valendo-se de um amplo repertório visual que se estende desde os paradigmas artísticos modernistas até as linguagens da cultura de massa. Tanto em seus dípticos de grande dimensão, quanto no conjunto de pequenos exercícios gráficos – denominados “misturinhas” – ficam evidentes o apuro técnico do artista e sua insurgência contra o conforto visual das precisões geométricas e das distinções entre o abstrato e o figurativo.

Para a 32a Bienal, Malta apresenta dois conjuntos de pinturas, um criado entre 2015 e 2016 e outro, da série Misturinhas, feito entre 2000 e 2016. No primeiro conjunto, o artista, com assistência de Antonia Baudouin, faz colidir a tradição harmônica do formalismo pictórico com uma ironia gráfica, criando anamorfismos, contrastes cromáticos e alterações de escala.

As Misturinhas, por sua vez, são centrais em sua pesquisa. Nelas, cores opostas em guache e lápis de cor; traços desinibidos do desenho com lápis, caneta ou tinta nanquim; recortes de impressos e adesivos são usados para a feitura dessas pequenas composições resistentes à classificação.

Bárbara Wagner
1980, Brasília, Brasil. Vive em Recife, Pernambuco, Brasil

O brega é música, dança, cena cultural e economia criativa na periferia do Recife. Em duas linhagens, funk e romântico, constitui uma cadeia de MCs, DJs, bailarinos, produtores, empresários e público. Seus hits – eróticos, irônicos, lamuriosos e, em alguns casos, ainda machistas – extrapolam os limites socioeconômicos dos bairros e participam da paisagem sonora de uma cidade convulsiva em suas diferenças.

Com caráter documental, as fotografias da série Mestres de Cerimônias (2016) registram a realização de videoclipes do brega, potente elemento de propagação de uma imagética no limiar entre o precário e a ostentação. O brega torna-se voz e autoestima diante da dominação dos parâmetros de identidade e de gosto.

A artista Bárbara Wagner, em parceria com Benjamin de Burca, desconstrói esse fenômeno no filme Estás vendo coisas (2016) e o analisa tornando visíveis as singularidades, as errâncias e também algumas relações entre seus agentes. A boate Planeta Show abrigou o experimento de um retrato coletivo e filmado, que, nessa condição, desafia o caráter preciso da fotografia.

O resultado não deixa de ser documental, mas é parcialmente ofuscado pela luz artificial de estúdio, camarim, palco e tela, com personagens que encenam a si mesmos.

Bené Fonteles
1953, Bragança, Pará, Brasil. Vive em Brasília, Brasil

Marcada pela esfera ritualística, a criação de Bené Fonteles abarca instalações, esculturas e manifestos em profundo diálogo com questões ambientais, saberes populares e o desejo de fundir o “ser brasileiro” e o “ser universal”. Desde a década de 1970, Fonteles empreende projetos transdisciplinares que extrapolam as fronteiras da arte, autodenominando-se “artivista”.

Ágora: OcaTaperaTerreiro (2016) reúne traços importantes de sua trajetória, como o sincretismo simbólico e a cocriação. Dentro do Pavilhão da Bienal, Fonteles propõe uma construção de teto de palha e paredes de taipa, materiais usados em habitações indígenas e caboclas.

O título carrega o desejo de interligar vários tempos e conhecimentos, tendo o terreiro como referência a um espaço de celebrações e oferendas. A instalação abriga composições em que são usados materiais orgânicos, resquícios trazidos pelo mar, artefatos tradicionais e objetos coletados por Fonteles durante suas jornadas a diferentes regiões do país.

Texturas, sons e cheiros compõem o ambiente, que abriga, em uma programação contínua, trocas entre o artista, músicos, xamãs, educadores e o público. O lugar e as práticas ali desenvolvidas são um convite para que todos atuem na transmutação da realidade e no reencantamento do mundo.

Carla Filipe
1973, Aveiro, Portugal. Vive em Porto, Portugal

A obra de Carla Filipe é composta a partir da apropriação de objetos e documentos, ou construída através da relação permeável entre objetos de arte, cultura popular e ativismo. Em sua pesquisa, a artista utiliza-se de materiais e elementos, como bandeiras, cartazes, jornais e artefatos ferroviários, assim como faz intervenções em lugares abandonados ou em desuso.

Em Migração, exclusão e resistência (2016), Filipe partiu de uma pesquisa iniciada em 2006, que propunha a construção de hortas e jardins em ambientes urbanos, instaurando o uso coletivo do espaço privado ou a apropriação de espaços públicos destinados a outros fins. Ao articular modos distintos de vida, ela questiona a ideia de propriedade e amplia a noção de sobrevivência.

Essa obra nos conta sobre espécies em vias de extinção, vegetais comestíveis pouco conhecidos e sobre plantas que surgem em locais inesperados. Nessa proposta, Filipe cria condições para se pensar sobre forças espontâneas de resistência que funcionam como células autogeridas, e que representam reações aos ditames capitalistas da vida urbana, derivados de iniciativas de caráter hierárquico e privado.

Carlos Motta
1978, Bogotá, Colômbia. Vive em Nova York, EUA

Carlos Motta investiga as formas de representação de subjetividades e a construção de discursos visuais e culturais a partir delas, com ênfase especial em identidades e políticas atravessadas por sexualidade e gênero. Em suas obras a memória e a história não correspondem somente ao passado, mas são ferramentas críticas do presente, através das quais se questiona uma ideia opressiva de normalidade e, ao mesmo tempo, se abre espaço para outras práticas e subjetividades.

Towards a Homoerotic Historiography [Rumo a uma historiografia homoerótica] (2013-2014) indaga sobre o papel da colonização nos processos de opressão da sexualidade de povos originários. Ao tratar das relações entre religião, lei, pecado e crime, esse trabalho visibiliza o modo com que práticas e discursos de violência incidiram nos corpos e nas subjetividades desses povos, apagando costumes e condutas que não correspondessem à moral cristã colonizadora.

Na série de autorretratos Untitled Self-Portraits [Autorretratos sem título] (1998/2016), Motta explora a criação de personificações híbridas de gênero e raça. São personagens fictícios, que trazem o corpo como matéria sujeita a transformações, evidenciando a maleabilidade da identidade, as políticas da diferença e a ampliação dos horizontes da representação.

Carolina Caycedo
1978, Londres, Reino Unido. Vive em La Jagua, Colômbia, e Los Angeles, Califórnia, EUA

Carolina Caycedo volta sua prática para a discussão de contextos impactados por grandes obras infraestruturais de caráter desenvolvimentista. Em sua pesquisa recente, analisa os danos ambientais e sociais atrelados à construção de barragens e ao controle dos cursos naturais da água.

Por meio do envolvimento com grupos e comunidades afetadas por essas transformações, a artista investiga ideias de fluxo, assimilação, resistência, representação, controle, natureza e cultura. A Gente Rio–Be Dammed [A Gente Rio–Barrado seja] (2016) é um projeto que compreende pesquisas em arquivos, estudos de campo e atividades com comunidades ribeirinhas abaladas pela privatização das águas.

A Gente Rio (2016), pesquisa produzida para a 32a Bienal, trata da vida implicada nesses rios e em suas margens. A obra é composta por distintos elementos, como montagens de fotografias de satélite das usinas hidrelétricas de Itaipu e de Belo Monte e do antes e depois do rompimento da represa de Bento Rodrigues (Mariana, MG); um vídeo feito por Caycedo nessas regiões;

tarrafas coletadas durante seus estudos de campo inseridas nos vãos entre os andares do Pavilhão da Bienal; e desenhos que contam as narrativas dos rios Yuma (Colômbia), Yaqui (México), Elwha (EUA), Watu, conhecido como Rio Doce e Iguaçu (Brasil) como entidades vivas dotadas de histórias próprias.

Cecilia Bengolea & Jeremy Deller
1979, Buenos Aires, Argentina. Vive em Paris, França\ 1966, Londres, Reino Unido. Vive em Londres

A coreógrafa, dançarina e performer Cecilia Bengolea trabalha em parceria com o artista Jeremy Deller neste projeto que parte de fenômenos da cultura popular contemporânea, sobretudo da música e da dança, para pensar suas relações com a economia, as condições de trabalho e os sistemas políticos. Num complexo emaranhado de influências tradicionais e modernas e alinhados a contextos culturais e políticos específicos, Bengolea e Deller trazem à vista movimentos identitários de resistência e afirmação de gênero, sexualidade e comportamento.

A dança popular associada a estilos musicais produziu diversas tendências dentro da cultura urbana das últimas décadas. Assim como o break, o voguing e o twerk, o estilo dancehall de dança e música coloca a linguagem corporal em evidência e mostra uma coreografia peculiar, combativa e, por vezes, sexualizada. É sobre esse gênero, muito popular na Jamaica, que os artistas desenvolveram o vídeo Bombom’s Dream [Sonho de Bombom] (2016).

Charlotte Johannesson
1943, Malmö, Suécia. Vive em Skanör, Suécia

Instruída em tecelagem, Charlotte Johannesson começou a fazer tapeçarias como arte nos anos 1970. Seus trabalhos satirizavam a política tradicional e muitas vezes consistiam em comentários feministas e engajados sobre acontecimentos globais. Como reação ao golpe militar do general Augusto Pinochet em 1973, por exemplo, ela produziu Chile Echoes in My Skull [O Chile ecoa no meu crânio] (1973/2016), no qual se põe na posição de testemunha atormentada e tece uma imagem de sangue derramando de veias abertas da América Latina. Em 1978, Johannesson trocou seu tear por um Apple II Plus, a primeira geração de computadores pessoais.

Aprendendo a programar sozinha, ela adotou as mesmas medidas que usava no tear para o computador (239 pixels na horizontal e 191 pixels na vertical). Financiada pelo Departamento Nacional Sueco de Tecnologia e Desenvolvimento, ela fundou o Digital Theatre [teatro digital] com seu parceiro Sture Johannesson, em Malmö, na Suécia. Enquanto existiu, entre 1981 e 1985, o Digital Theatre foi uma tecno-utopia em miniatura e o primeiro laboratório de arte digital da Escandinávia. Charlotte Johannesson se dispôs a criar “micro-performances”: gráficos digitais em tela e impressos, e experimentos com computadores em tempo real.

Cristiano Lenhardt
1975, Itaara, Rio Grande do Sul, Brasil. Vive em Recife, Pernambuco, Brasil

Com materiais ordinárias e olhar atento, Cristiano Lenhardt constrói um “mundo bicho”. Bicho porque investe no rudimentar, simples e pobre, à revelia de uma ideia de erudição que, para a civilização branca ocidental, costuma depender da riqueza. Bicho porque é mantido em situação selvagem, deseducado, alheio aos hábitos estéticos, de poder e classe. Nos refugos de um Brasil tomado por monoculturas e ciclos de exploração, esse lugar inventado, meio real, meio imaginário, acumula uma energia vital de criação que sobrevive e é capaz de transgredir por pura delicadeza, e não pelo conflito.

Em Trair a espécie (2014-2016), uma manada de seres inumanos se espalha pelo edifício. Mesmo que feitos de cará, deixam de ser alimento e ganham corpo físico e transcendência. Sobre o seu estado, só os dias podem dizer, já que tanto são vida em putrefação, quanto raiz que se sedimenta e cresce.

Uma coluna (2016), por sua vez, nasce de uma performance na abertura da 32a Bienal, quando dançarinos entrelaçam colunas da arquitetura como no folguedo popular do pau de fitas. A coreografia cria uma artesania de tramas que atravessa os três andares e resulta em uma espécie de coluna infinita, um mantra de continuidade para dentro e para fora, mesmo que, após a ação, se estabilize como escultura.

Créditos: história

Artistas:
De A a C
De D a G
De H a K
De L a Q
De R a Z

32ª BIENAL DE SÃO PAULO

FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO – EQUIPE PERMANENTE

Superintendência
Luciana Guimarães

Coordenadoria geral de projetos
Dora Silveira Corrêa · coordenadora

Coordenadoria administrativa
e financeira
Paulo Rodrigues · coordenador

Comunicação
Felipe Taboada · gerente
Adriano Campos
Ana Elisa de Carvalho Price
Diana Dobránszky
Eduardo Lirani
Gabriela Longman
Julia Bolliger Murari
Pedro Ivo Trasferetti von Ah
Victor Bergmann

Projetos Especiais
Eduardo Sena
Paula Signorelli

Relações institucionais e captação
Emilia Ramos · gerente
Flávia Abbud
Gláucia Ribeiro
Marina Dias Teixeira
Raquel Silva

Secretaria geral
Maria Rita Marinho
Carlos Roberto Rodrigues Rosa
Josefa Gomes

Arquivo Bienal
Ana Luiza de Oliveira Mattos · gerente
Ana Paula Andrade Marques
Fernanda Curi
Giselle Rocha
Melânie Vargas de Araujo

Editorial
Cristina Fino

Pesquisa e conteúdo
Thiago Gil

Produção
Felipe Isola · gerente de
planejamento e logística
Joaquim Millan · gerente de
produção de obras e expografia
Adelaide D’Esposito
Gabriela Lopes
Graziela Carbonari
Sylvia Monasterios
Veridiana Simons
Vivian Bernfeld
Viviane Teixeira
Waleria Dias

Programa educativo
Laura Barboza · gerente
Bianca Casemiro
Claudia Vendramini
Helenira Paulino
Mariana Serri
Regiane Ishii

Assessoria jurídica
Ana Carolina Marossi Batista

Finanças
Amarildo Firmino Gomes · gerente
Fábio Kato

Gestão predial e manutenção
Valdomiro Rodrigues da Silva · gerente
Angélica de Oliveira Divino
Larissa Di Ciero Ferradas
Vinícius Robson da Silva Araújo
Wagner Pereira de Andrade

Projetos incentivados
Eva Laurenti
Danilo Alexandre Machado de Souza
Rone Amabile

Recursos humanos
Albert Cabral dos Santos

Tecnologia da informação
Leandro Takegami · gerente
Jefferson Pedro

Serviços Terceirizados
Bombeiros
Empresa Atual
Serviços Especializados

Limpeza
Empresa Tejofran
Saneamento e Serviços

Portaria
Empresa Plansevig
Tercerização de Serviços Eireli

CURADORIA
Curador
Jochen Volz
Cocuradores
Gabi Ngcobo
Júlia Rebouças
Lars Bang Larsen
Sofía Olascoaga

Assistentes
Catarina Duncan
Isabella Rjeille
Sofia Ralston

ARQUITETURA
Alvaro Razuk
Equipe
Daniel Winnik
Isa Gebara
Juliana Prado Godoy
Paula Franchi
Ricardo Amado
Silvana Silva

COLABORADORES COMUNICAÇÃO
Assessoria de imprensa nacional
Pool de Comunicação

Assessoria de imprensa internacional
Rhiannon Pickles PR

Campo Sonoro (audioguia)
Matheus Leston

Design
Roman Iar Atamanczuk

Publicidade
CP+B

Registro e conteúdo audiovisual
Carolina Barres, Fernanda Bernardino, F For Felix

Registro fotográfico
Leo Eloy, Ilana Bar, Tiago Baccarin

Desenvolvimento Webapp
JT Farma

Desenvolvimento Website
Estúdio Existo

COLABORADORES COORDENADORIA DE PROJETOS
Editorial
Rafael Falasco

Produção
Dorinha Santos
Tarsila Riso
Clarissa Ximenes
Felipe Melo Franco

Audiovisual
MAXI Áudio, Luz, Imagem

Cenotécnica
Metro Cenografia

Conservação
Ana Carolina Laraya Glueck
Bernadette Baptista Ferreira
Cristina Lara Corrêa
Tatiana Santori

Iluminação
Samuel Betts

Montagem
Gala
Elastica

Seguro
Axa-Art

PROGRAMA EDUCATIVO
Mediação
Maria Eugênia Salcedo
Supervisores
Anita Limulja
Juliana da Silva Sardinha Pinto
Paula Nogueira Ramos
Silvio Ariente
Valéria Peixoto de Alencar

Mediadores
Peixoto de Alencar Mediadores Affonso Prado Valladares Abrahão
Alexandre Queiroz
Alonzo Fernandez Zarzosa
Ana Carolina Porto da Silva
Ana Lívia Rodrigues de Castro
Ananda Andrade do Nascimento Santos
André Luiz de Jesus Leitão
Ariel Ferreira Costa
Barbara Martins Sampaio da Conceição
Bianca Leite Ferreira
Bruno Coltro Ferrari
Bruno Elias Gomes de Oliveira
Bruno Vital Alcantara dos Santos
Carina Nascimento Bessa
Carlos Eduardo Gonçalves da Silva
Carmen Cardoso Garcia
Carolina Rocha Pradella
Cláudia Ferreira
Daiana Ferreira de Lima
Danielle Sallatti
Danielle Sleiman
Danilo Pêra Pereira
Diane Ferreira
Diran Carlos de Castro Santos
Divina Prado
Eduardo Palhano de Barros
Eloisa Torrão Modestino
Erica da Costa Santos
Felipe Rocha Bittencourt
Flávia de Paiva Coelho
Flávio Aquistapace Martins
Ian da Rocha Cichetto
Janaina Maria Machado
Jorge Henrique Brazílio dos Santos
José Adilson Rodriguês dos Santos Jr
Julia Cavazzini Cunha
Juliana Biscalquin
Karina da Silva Costa
Karina Gonçalves de Adorno
Leonardo Masaro
Letícia Ribeiro de Escobar Ferraz
Lia Cazumi Yokoyama Emi
Ligia Marthos
Lívia Costa Monteiro
Luara Alves de Carvalho
Lucas Francisco Del�no Garcia da Silva
Lucas Itacarambi
Lucia Abreu Machado
Luciana Moreira Buitron
Lucimara Amorim Santos
Ludmila Costa Cayres
Luiz Augusto Citrangulo Assis
Manoela Meyer S de Freitas
Manuela Henrique Nogueira
Marcia Falsetti Viviani Silveira
Marco Antonio Alonso Ferreira Jr
María del Rocío Lobo Machín
Maria Fernanda B Rosalem
Maria Filippa C. Jorge
Marília Souza Dessordi
Marina Baf�ni
Marina Colhado Cabral
Mateus Souza Lobo Guzzo
Nei Franclin Pereira Pacheco
Nina Clarice Montoto
Paula Vaz Guimarães de Araújo
Pedro Félix Ermel
Pedro Wakamatsu Ogata
Renato Ferreira Lopes
Roberta Maringelli Campi
Rogério Luiz Pereira
Rômulo dos Santos Paulino
Thiago da Silva Pinheiro
Thiago Franco
Tiago Rodrigo Marin
Tiago Souza Martins
Vinícius Fernandes Silva
Agendamento
Diverte Logística Cultural

Difusão
Elaine Fontana
Articuladores
Ana Luísa Nossar
Célia Barros
Celina Gusmão
Gabriela Leirias
Maurício Perussi
Valquíria Prates

COLABORADORES COORDENADORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA
Ambulância
Premium Serviços Médicos

Administração
Lays de Souza Santos
Silvia Andrade Simões Branco

Bombeiros
Local Serviços Especializados

Compras
Daniel Pereira Nazareth
Leandro Cândido de Oliveira

Jurídico
Olivieri Sociedade de Advogados

Limpeza
MF Serviços de Limpeza e Conservação

Segurança
Empresa Atual Serviços Especializados

Créditos: todas as mídias
Em alguns casos, é possível que a história em destaque tenha sido criada por terceiros independentes. Portanto, ela pode não representar as visões das instituições, listadas abaixo, que forneceram o conteúdo.
Traduzir com o Google
Página inicial
Explorar
Por perto
Perfil