Saiba um pouco mais sobre a história dos grandes personagens representados em bustos da cidade do Rio de Janeiro.

Chiquinha Gonzaga
Compositora e maestrina carioca, Chiquinha Gonzaga (1847-1935) destaca-se na história e cultura brasileira pela coragem com que enfrentou a sociedade patriarcal criando uma profissão inédita para a mulher. Primeira pianista de choro, gênero popular da música brasileira, ela também é autora da primeira marcha carnavalesca com letra ("Ó Abre Alas”, 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.
Heitor Villa-Lobos.
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) foi um dos maiores maestros brasileiros de todos os tempos e se tornou o mais conhecido e significante compositor latino americano até hoje. Suas composições se tornaram únicas devido a presença da influência da tradição clássica européia e da música popular brasileira e indígena. Ele costumava dizer "Eu não uso o folclore, eu sou o folclore" para mostrar sua posição única entre outros compositores clássicos. "Trenzinho do Caipira” é uma de suas obras mais famosas mundialmente.
Juscelino Kubitschek
Com o lema "crescer 50 anos em 5", Juscelino Kubitschek foi um dos mais emblemáticos Presidentes do Brasil. Governante entre 1951​ e 1961, ele acelerou a economia brasileira aumentando as indústrias e transformando a sociedade do país em mais urbana que rural. Em sua gestão, trocou a capital do país do Rio de Janeiro para a recém construída cidade de Brasília, na região Centro-Oeste, feita no tempo recorde de 41 dias.
Pereira Passos
Francisco Franco Pereira Passos foi engenheiro, político brasileiro e prefeito do Rio de janeiro de 1902 a 1906. Ficou conhecido pela mais importante reforma urbana feita na cidade. Com a sua transformação, o Rio de Janeiro passou a ser chamado mundialmente de Cidade Maravilhosa.
Getúlio Vargas
Getúlio Vargas é o presidente do Brasil com maior tempo de governo na história. Primeiro, de 1930 a 1945. Depois, foi eleito democraticamente de 1951 até seu suicídio em 1954, totalizando 18 anos no poder. Dentre os destaques do seu governo estão a consolidação de leis trabalhistas como carteira de trabalho, salário mínimo, férias remuneradas e licença maternidade.
Castro Alves
Nascido no interior da Bahia, Castro Alves (1847-1871) foi um dos mais icônicos poetas do Romantismo Brasileiro no século 19. Inspirado pela temática social, como o combate à escravidão e opressão, ficou conhecido como "Poeta dos Escravos". Seu trabalho mais marcante é "Navio Negreiro", um poema épico-dramático que denuncia a escravidão dos negros africanos e seu transporte até chegar ao Brasil.
Gonçalves Dias
Antonio Gonçalves Dias foi advogado, jornalista e poeta brasileiro, no século 19. Como um dos grandes nomes do Romantismo Brasileiro da primeira geração, seu trabalho mais memorável é "Canção do Exílio", poema em que mostra a aversão aos valores portugueses e exalta os valores naturais do Brasil, devido ao rompimento recente de Portugal e sua colônia.
Olavo Bilac
Olavo Bilac (1865 - 1918) foi um célebre escritor e jornalista brasileiro. Poeta parnasiano, fundou a Academia Brasileira de Letras ao lado de Machado de Assis e outros grandes pensadores de seu tempo. Republicano e nacionalista muito ativo politicamente, Bilac fez campanhas cívicas a favor da alfabetização e foi autor do “Hino à Bandeira”, em 1889.
Mestre Valentim
Mestre Valentim foi um dos principais artistas do Brasil Colonial. Considerado um artista completo por suas produções escultóricas, arquitetônicas e urbanísticas, sua expressão foi grandiosa nos estilos Barroco, Rococó e Clássico. Influenciado pela missão francesa, medida que trouxe artistas e urbanistas apoiados pelo rei D. João VI para produzir arte no Rio de Janeiro, ele criou, projetou e executou importantes espaços sociais urbanos, como o Chafariz da Pirâmide, localizado na Praça XV, e o Passeio Público, primeiro jardim aberto à população da cidade.
Rodolpho Bernadelli
Nascido no México, Rodolpho Bernardelli foi um escultor e professor naturalizado brasileiro. No Brasil, ele se tornou um dos maiores artistas no seu ofício, tendo executado as estátuas que ornamentam o prédio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele também chefiou a Escola Nacional de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro, durante 25 anos.
Créditos: história

Secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos: Marcus Belchior Corrêa Bento.

Coordenadora Geral: Ana Luiza Toledo Piza.
Gestor de Projeto e T.I.: Rodrigo Kemel.
Fotos: Daniel Coelho.
Textos e Curadoria: Amanda Cinelli.
Apoio: Lenora Vasconcellos.

Créditos: todas as mídias
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