OLHAR SURREALISTA

Este trabalho trás somente obras de arte surrealistas. Ariel Zanuncio e Amanda Thomas 331

Festa no jardim, uma regulação letal. Esta obra representa cada mulher diferente da outra, trazendo traços únicos, enquanto todos os homens se parecem e vestem a mesma roupa.Todos estão conectados por tubos, como se retratar o sexo fosse explicito de mais, mas ainda sim existe a vontade de retratar a conexão entre os participantes de tal festa.
A atitude de um raio em direção a montanha da moça. As montanhas retratadas parecem mulheres feitas de cera, e seus órgãos sexuais à sua direita. O raio pode representar a força bruta do homem perante a mulher, mas também pode representar sua própria força e iluminação. As cores pasteis e as cores escuras nos dão noção de profundidade e sombras.
O semeador. É como se o semeador fosse a morte, mas também fosse a vida. Traz as coisas inevitáveis desse processo infinito na terra. As cores escuras me fazem recordar a morte, mas os traços e desenho que compõem o semeador me recordam as belezas da vida e da natureza - como a mulher e o tigre em seu braço, mas também como as caveiras em seus olhos.
O matador. Apenas um desenho, porém cheio de detalhes. O matador retrata a morte, mas além disso também retrata aquele que mata. No caso desse desenho retrata um toureiro, a figura de um assassino nato. Suas vestes continuam inteiras enquanto sua pele há muita já se esvaiu.
Margem do silêncio. O divertido dessa obra é que a cada angulação se dá um olhar diferente à obra. Tanto demonstrando uma cabeça de pássaro, quanto um homem recostado na montanha, a mistura de coes e a tonalidade dá uma ideia de anoitecer e profundidade.
Prometeu. Retrata o mito grego sobre Prometeu, o homem que roubou o fogo dos Deuses para trazer a terra. A "cabeça" do machado apoiada na moldura, o sofrimento do homem, e a natureza sendo representada pelo pássaro e pelo ambiente onde Prometeu se encontra.
A contorção pessoal. Mostra um homem e uma mulher presos a uma estrutura. O homem virado de costas e a mulher usando um pano para tapar suas partes. Mesmo em tal posição o homem ainda tentae olhar para a mulher que está presa pelos braços, enquanto o homem está preso pelas pernas e com as mãos atadas.
Gladiadores em combate. É retratado um combate. Mais do que isso, é possível ver que mesmo que todos os gladiadores sejam parecidos cada um tem uma característica única. Observa-se todos os soldados extremamente próximos e o corpo do homem representado de vários ângulos.
Garota pelada com ovo. Gostamos especificamente dessa obra por retratar a mulher nu de sua época. É possível ver suas curvas, seus músculos, seus seios caídos na cama devido sua posição. E o fato dessa figura tem um prato com ovos ao lado é intrigante.
Por trás da cortina. Podemos observar o homem zoomórfico enquanto a mulher é retratada com extrema beleza e delicados traços. O título dá uma ideia de algo que deveria permanecer escondido e inexplorado. Pode retratar essa "semelhança" que o homem e o animal tem, principalmente no ato do sexo, tendo isso como algo selvagem e primitivo.
Cavalos a beira mar. É retratado um cavalo preto e um branco a beira mar, mas também próximos a ruínas. A necessidade de se retratar cavalos das duas cores pode estar ligado ao caos e a calmaria do mar, ao bom e ao ruim.
As séries da escorregada de Ned Kelly. Simplesmente vemos soldados subindo a colina por um único caminho, enquanto um cavalo está no meio do ar. O título da a entender que esse cavalo escorregou, ou caiu de seu cainho. Podemos também ver a natureza ser retratada com uso da profundidade.
As séries de perseguição ao Ned Kelly. Uma continuação da obra anterior talvez, esse quadro retrata o cavalo sendo perseguido por um soldado montado à cavalo. Observa-se um tipo de cancela por onde o cavalo está passando, e o cavaleiro dando a volta.
Minha Polly bonita. Retrata uma usina no meio do nada, pode-se observar um homem na frente da usina, um pássaro no céu. As torres grandes ao fundo, perto da usina, e uma "formação" por perto, como se fosse um grande barraco.
Sem passagem. Adoramos a interpretação dessa quadro porque cada uma viu uma coisa. Uma visão foi como se fossem livros postos paralelos, e entre esses livros não existe saída. A outra visão é das novas cidades, como se fossem prédios sufocando a paisagem. Mas é possível observar "folhas" no chão, como se fossem o gramado. É interessante a ideia de um livro sem saída, como se não houvesse saída do conhecimento.
Credits: All media
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