Registra a ausência da obra de Portinari nos últimos anos, para observar que, no momento, parece onipresente. Comenta a mostra sobre a infância brasileira, em Londres, cujo catálogo acentua "o fato do artista ser reverenciado por importantes críticos, poetas e intelectuais de sua época." Destaca a exposição realizada na Fundação Proa, em Buenos Aires, como parte das comemorações do centenário do pintor, que assinala o retorno do mesmo à Argentina, onde havia exposto em 1947. Registra, ainda, o seminário realizado com especialistas brasileiros e portenhos, cujo título homenageia o artista, por ter tido o mesmo nome da conferência pronunciada por Portinari, também em 1947: "Sentido Social da Arte". Ressalta que o seminário foi inaugurado por palestra do autor "Portinari, Retrato do Brasil". Comenta temas recorrentes na pintura de Portinari, descrevendo algumas delas. Focaliza, ainda, a obra monumental, considerando-o o maior muralista do Brasil. Comenta, ainda, sua obra sacra.
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