Na montagem cênica de “Ayán: símbolo do fogo”, a autora situou a experiência mítica na cultura e no indivíduo, na perspectiva da expressão oral da cultura africano‐brasileira. Outro aspecto importante foi a materialidade do discurso, que concernia ao movimento corporal e a elementos da composição coreográfica; ela foi ao encontro do espectador por meio de qualidades rítmicas, gestuais, vocais e visuais da apresentação: tratou‐se, portanto, da expressão sensível realizada.
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