Ainda no século XX esta maça ou bastão era utilizada pelo porteiro da Sé Funchal, sobretudo nas celebrações solenes. Trata-se de uma insígnia, isto é, de um símbolo que remete para a autoridade de quem o usa.
O objeto, tal como hoje observamos, é resultado de modificações realizadas já no século XVII, altura que que a extremidade superior ou “cabeça” da maça foi substituída.
Pensa-se que a “cabeça” original poderia ter tido uma configuração arquitetónica semelhante à cruz processional da Sé do Funchal, também encomendada por D. Manuel I.
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