Outro grupo importante na produção de prevenção específica foi o povo do candomblé, que também encontrou no debate da epidemia um espaço frutífero de produção sobre saúde da população negra.
Dentro do Boletim Quimbanda-Dudu produzido por um coletivo de homossexuais negros, o debate da aids possibilitou reflexões à partir dessa interseccionalidade.
Fragmento da exposição Memória de uma epidemia (Parte 2: Coletivos em solidariedade)
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