Inicialmente, os jovens aprendizes e praticantes iam realizando a sua aprendizagem nos grupos oficinais e noutros sectores, por observação do pessoal com maior experiência. A partir da década de vinte, a organização industrial do trabalho oficinal sofreu profundas alterações, tornando necessária a preparação adequada e qualificação dos operários. A Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses (CP), desde os anos 30 do século 20, consciente desta necessidade, criou infraestruturas e desenvolveu programas de formação que suprissem as suas necessidades, com o objetivo de preparar num curto espaço de tempo operários qualificados. Neste sentido, promoveu a criação de escolas de formação nos três grandes grupos oficinais, as chamadas Escolas de Aprendizes, no Barreiro, Entroncamento e Campanhã.
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