PALEONTOLOGIA

Paleontologia
Do rico acervo das exposições de Paleontologia, apenas uma parte encontra-se aqui representada. Dentre outras representações da fauna pré-histórica, ilustramos adiante esqueletos das preguiças gigantes e do tigre dentes de sabre. Destacam-se também a reconstrução das feições em vida de dinossauro brasileiro, a reprodução de organismos do mar do Devoniano (afloramentos com fósseis e seres vivos) e o esqueleto original de um dicinodonte.

TIGRE-DENTES-DE-SABRE E PREGUIÇAS GIGANTES

Eremotherium Spillmann, 1948 Glossotherium Owen, 1840. Smilodon Lund, 1842. Réplicas e peças originais Esqueletos representativos do cenário do Pleistoceno brasileiro, há cerca de 1,8 milhões de anos. As preguiças-gigantes Eremotherium e Glossotherium, assim como o tigre-dentes-de-sabre Smilodon, são representantes do que se conhece como a megafauna extinta. Curiosamente, a montagem do exemplar determinado como Eremotherium foi realizada no início do século XX, quando se acreditava existirem no território brasileiro preguiças- gigantes apenas da espécie Megatherium americanum. Por este motivo, este exemplar é considerado um esqueleto compósito, formado por material original de vários indivíduos atribuídos ao gênero Eremotherium e por material replicado atribuído ao gênero Megatherium.

TITANOSSAURO (RÉPLICA)

Kellner, Campos, Azevedo, Trotta, Henriques, Craik & Silva, 2006.
Esqueleto da constituição óssea de um titanossauro descoberto no município do Prata, Minas Gerais. As rochas dessa localidade pertencem à Formação Adamantina (Grupo Bauru) e datam do Cretáceo Superior - 99,6 a 65,5 milhões de anos. Este exemplar apresenta um comprimento estimado de 13 metros e é representativo do grupo dos saurópodes, dinossauros herbívoros de pescoço comprido e cabeça pequena. Foi o primeiro dinossauro de grande porte brasileiro montado para exposição no país.

UNAYSAURUS (RECONSTITUIÇÃO EM VIDA)

Unaysaurus tolentinoi. Leal, Azevedo, Kellner & Da Rosa, 2004.
Reconstituição do fóssil encontrado em sedimentos da Formação Caturrita, no distrito de Água Negra, ao sul do município de São Martinho da Serra, no Rio Grande do Sul. O fóssil representa o primeiro exemplar encontrado no país pertencente ao grupo Prosauropoda – dinossauros de hábito herbívoro, corpo volumoso e cabeça pequena sustentada por longo pescoço. O Unaysaurus tolentinoi viveu no período Triássico, 251 a 199,6 milhões de anos atrás.

TARTARUGA FOSSILIZADA

Araripemys barretoi
(Price, 1973).
Este exemplar é proveniente dos nódulos calcários da Bacia do Araripe, Nordeste do Brasil, datados do Cretáceo Inferior – 110 milhões de anos. Os representantes dessa espécie constituem os registros mais antigos de tartarugas descritas no Brasil.

ESCORPIÃO FOSSILIZADO

Protoischnurus axelrodoru
Carvalho & Lourenço, 2001.
Escorpião fossilizado em calcário laminado, procedente da Chapada do Araripe, Ceará. Este exemplar é excepcional pela sua raridade e excelente estado de preservação. A Chapada do Araripe é um dos principais jazigos do mundo a encerrar fósseis de artrópodes terrestres. Além dos escorpiões, ali ocorrem restos fossilizados de aranhas e insetos que viveram durante o período Cretáceo, há cerca de 110 milhões de anos.

BRAQUIÓPODES FOSSILIZADOS

Mucrospirifer pedroanus
Rathbun, 1874.
Os braquiópodes são animais invertebrados que foram muito abundantes nos mares da era Paleozóica. Estes espécimes foram os primeiros fósseis do período Devoniano – aproximadamente 390 milhões de anos – coletados e estudados no Brasil. Seu jazigo foi achado em 1870 na região de Ererê, no Pará, por integrantes da primeira Expedição Morgan, chefiada por Charles Frederick Hartt. Mais tarde, foram incorporados às coleções da Comissão Geológica do Império do Brasil e hoje integram o acervo do Museu Nacional.

COLEÇÃO DE FÓSSEIS DA BACIA DE PARIS

Em janeiro de 1872, D. Pedro II foi presenteado com uma coleção de conchas fossilizadas de bivalves marinhos do Eoceno – 45 milhões de anos – da Bacia de Paris, entre as quais figuram exemplares de Cardita imbricata Lamarck. Atualmente, esta coleção é considerada rara por causa da destruição dos jazigos fossilíferos dos arredores da cidade de Paris.

Credits: Story

DIRETORA
Claudia Rodrigues Ferreira de Carvalho


VICE DIRETOR
Renato Rodriguez Cabral Ramos


DIRETORES ADJUNTOS
Wagner William Martins
Lygia Dolores Ribeiro de Santiago Fernandes
Luiz Fernando Duarte


EQUIPE DE CRIAÇÃO / EXECUÇÃO
Antonio Ricardo Pereira de Andrade
Valéria Maria Fonseca de Lima
Marci Fileti Martins
Lydia Maria Gomes da Silva
Lorrana Gonçalves de Alcântara
Déborah Rezende Gouvêa
Christina Aparecida de Lélis

FOTOGRAFIA
Rômulo Fialdini
Valentino Fialdini

Credits: All media
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