Distribuição Domiciliária (1963) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
Haverá poucas histórias tão emocionantes como a do correio. A necessidade milenar e constante de os homens trocarem mensagens levou Reis, primeiro, e Estados depois, a lançarem mão de todos os recursos possíveis para vencer a distância.
Pintura de José Pedro Roque Martins Barata. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Correio a Pé e a Cavalo (1962) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
Peregrinos, escudeiros, correios a cavalo, diligências da mala-posta e ambulâncias ferroviárias foram sendo sucessivamente usados, ao longo da história, para fazerem chegar missivas aos seus destinos.
Pintura de José Pedro Roque Martins Barata.
Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Património Artístico – Pintura
Na pintura destacam-se obras do século XX, de José Pedro Roque Martins Barata e de Maria Keil. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Correio Marítimo (1962) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
Posta Rural (1963) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
A Mala-Posta (1973) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
A obra representa quatro momentos da viagem da Mala Posta da linha Lisboa – Porto, inaugurada em 1855. O traçado do percurso está representado no mapa de Portugal, onde se destaca o litoral e se assinalam as localidades da Estação de Muda da Mala-Posta.
A Jornada
A Ceia
A Muda
A Pernoita
Auto-Ambulâncias Postais (1967) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
Ao mesmo tempo, inventou-se o selo e democratizou-se o acesso à correspondência, através da distribuição domiciliária.
Correio Aéreo (1966) de José Pedro Roque Martins BarataFundação Portuguesa das Comunicações
Já no século XX, com a inovação, modernização e criação de novos serviços e a aplicação das novas tecnologias à indústria e atividade postal, a circulação de correspondências e mercadorias torna-se tão veloz e eficiente como o mundo de hoje.
Serviço Postal (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Nos anos 40, Maria Keil realiza um conjunto de obras alusivas à temática do Transporte de Correio, para decorar a sala de público da Estação de Correios do Funchal.
Transporte Aéreo - Avião (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Transporte Aéreo - Hidroavião (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Transporte Ferroviário (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Transporte Marítimo (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Serviço Telegráfico e Telefónico (1942) de Maria Keil do AmaralFundação Portuguesa das Comunicações
Património Postal
Este grupo de peças do seculo XIX e XX representa uma parte da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações. Entre elas apresenta-se uma Tabuleta de sinalização de horários, uma Balança pesa-cartas de Lourenço de Araújo, uma Placa de “Directoria do Correio”, uma Caixa de "Directoria do Correio", uma Caixa Postal "1º Districto" e um Marco Postal Nº 824.
Balança pesa-cartas de Lourenço de Araújo (1814 - Século XIX) de Lourenço António de AraújoFundação Portuguesa das Comunicações
Marco Postal Nº 824 (1936 - Século XX) de desconhecidoFundação Portuguesa das Comunicações
Património Artístico – Tapeçaria
A tapeçaria de Portalegre dá os seus primeiros passos em 1946 e nasceu da iniciativa de dois amigos, Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro, que pretendiam reviver a tradição dos tapetes de ponto de nó em Portalegre. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações destaca-se a tapeçaria executada pela Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que interpretou rigorosamente o cartão original da autoria de Luís Filipe de Abreu, de 1982.
Património Postal – Transportes
O transporte regular de correio por carruagens de mala-posta começou em Inglaterra, em 1784. Logo em 1798, em Portugal, beneficiando da abertura da estrada entre Lisboa e Coimbra, iniciou-se o serviço regular de mala-posta. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações apresenta-se dois exemplares: um do modelo inglês e outro do modelo francês, ambos do século XIX.
Carruagem da mala-posta, modelo Francês (1854 - Século XIX) de desconhecidoFundação Portuguesa das Comunicações
Património Documental – Fotografia
No século XX destacam-se as fotografias de Francisco Santos Cordeiro, autor cujo trabalho fotográfico desenvolvido nas décadas de 20 e 30, compreende temas como instalações, equipamentos e serviços na área das comunicações. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Boletineiro Ciclista (1937 (Século XX)) de Francisco Santos CordeiroFundação Portuguesa das Comunicações
Património Documental – Cartaz
Cartaz publicitário com intuito de promover a propaganda dos serviços dos correios, telégrafos e telefones, bem como explorar um serviço de propaganda comercial, para uso do público, neste caso um exemplar de Lima e Hernâni, 1937. Da coleção CTT Correios de Portugal/Fundação Portuguesa das Comunicações.
Toque para explorar
Visite a exposição Vencer a Distância – Cinco Séculos de Comunicações em Portugal
Palácio dos Correios de Ponta Delgada (1957 (Século XX)) de Foto LondresFundação Portuguesa das Comunicações
A história dos correios é, afinal, uma história de sucessos e uma ótima maneira de conhecer a história da evolução do mundo.
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