Esta tese defende que as obras só são consideradas como arte se o espectador sentir emoções idênticas ás do artista quando a obra é criada. A arte como expressão também diz que a emoção sentida pelo artista é intencionalmente expressa pela sua obra. Esta tese, como todas as outras, tem algumas objeções, por exemplo, em várias formas de expressão, inúmeras obras não são consideradas arte por não terem a intenção de criar quaisquer sentimentos.
Aureliano de Beruete, com a obra The River Isole transmite-nos o quão pacifico pode ser o mundo e, como tal, vem-nos à mente a obra de piano intitulada River Flows in You.
Ao visualizarmos a obra Grandcamp de Georges-Pierre Seurat veio-nos imediatamente à ideia a música Summer Paradise. dos Simple Plan. A letra da música remete-nos ao paraíso que é o verão e a todas as coisas boas que dele provêm. À obra de The Church of San Giorgio Maggiore, Venice associamos a seguinte música, porque mais uma vez nos remete para a cultura indiana e como esta é cantada por uma artista indiana mostrou-nos um pouco desta cultura.
O nosso video global é uma forma de expressão diferente das pinturas de Van Gogh ou Aureliano de Beruete. Mostra-nos sombras chinesas, uma técnica que se desenvolve por de trás de um pano onde são vistas as sombras de mãos, pessoas ou objetos que se transformam noutros. As sombras chinesas transmitem-nos a emoção do artista de uma forma mais direta que as pinturas, pois com esta técnica de arte os espectadores assistem à peça e captam todos os sentimentos vividos nela naquele curto espaço de tempo, já com as pinturas muitas vezes estamos horas e horas para conseguir sentir a mesma emoção que o artista. É bastante agradável e divertido assistir a esta nova forma de expressão porque é uma arte vivida, ou seja, existem movimentos que transmitem vida para os objetos nela representados.