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Arte como expressão

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Esta tese defende que as obras só são consideradas como arte se o espectador sentir emoções idênticas ás do artista quando a obra é criada. A arte como expressão também diz que a emoção sentida pelo artista é intencionalmente expressa pela sua obra. Esta tese, como todas as outras, tem algumas objeções, por exemplo, em várias formas de expressão, inúmeras obras não são consideradas arte por não terem a intenção de criar quaisquer sentimentos.

Aureliano de Beruete, com a obra The River Isole transmite-nos o quão pacifico pode ser o mundo e, como tal, vem-nos à mente a obra de piano intitulada River Flows in You.

Ao visualizarmos a obra Grandcamp de Georges-Pierre Seurat veio-nos imediatamente à ideia a música Summer Paradise. dos Simple Plan. A letra da música remete-nos ao paraíso que é o verão e a todas as coisas boas que dele provêm. À obra de The Church of San Giorgio Maggiore, Venice associamos a seguinte música, porque mais uma vez nos remete para a cultura indiana e como esta é cantada por uma artista indiana mostrou-nos um pouco desta cultura.

O nosso video global é uma forma de expressão diferente das pinturas de Van Gogh ou Aureliano de Beruete. Mostra-nos sombras chinesas, uma técnica que se desenvolve por de trás de um pano onde são vistas as sombras de mãos, pessoas ou objetos que se transformam noutros. As sombras chinesas transmitem-nos a emoção do artista de uma forma mais direta que as pinturas, pois com esta técnica de arte os espectadores assistem à peça e captam todos os sentimentos vividos nela naquele curto espaço de tempo, já com as pinturas muitas vezes estamos horas e horas para conseguir sentir a mesma emoção que o artista. É bastante agradável e divertido assistir a esta nova forma de expressão porque é uma arte vivida, ou seja, existem movimentos que transmitem vida para os objetos nela representados.

Roger and Angelica, Odilon Redon, 1910, From the collection of: MoMA The Museum of Modern Art
Esta pintura de Redon transporta-nos para um universo onde reina a água e o fogo. Podemos observar duas dimensões em que uma se destaca da outra. Este quadro pode contar-nos uma história em que interpretamos a existência dos ditos “Céu e Inferno”, caracterizados pela cor azul (céu) e pelo fogo (inferno). O jogo de cores que o artista criou com o azul e o amarelo faz com que associemos o bem e o mal, tal que o azul representa pacificidade e o amarelo, intensidade. Na dimensão azul conseguimos também notar um ** feminino. Esta pintura apresenta uma fluidez que nos parece ser característica deste artista.
Landscape from Saint-Rémy, Vincent van Gogh, 1889, From the collection of: Ny Carlsberg Glyptotek
Ao contemplarmos esta obra ficamos imediatamente com a ideia de uma tarde de primavera em que o campo oscila ao sabor do vento. A ideia de vento está também presente nas nuvens cujo seu jogo de cores varia entre o branco, o cinzento e o azul. O campo está representado com as cores verde, amarelo e castanho que nos ajuda a lembrar o desabrochar da Natureza.
The River Isole (Quimperlé), Aureliano de Beruete, 1901, From the collection of: Bilboa Museoa. Museo de Bellas Artes de Bilbao
A obra de Aureliano de Beruete faz-nos lembrar uma rua de Veneza em que reina a cor e a água que cerca a cidade. As casas são antigas, provavelmente encontram-se no centro da cidade onde a beleza natural predomina devido ao seu rio e a todo o arvoredo em seu redor. A sua pacificidade interna faz-nos esquecer o mundo que nos rodeia.
Grandcamp, Evening, Georges-Pierre Seurat, 1885, From the collection of: MoMA The Museum of Modern Art
Esta pintura de Seurat faz-nos reviver a alegria do Verão. Os tons do mar são suaves e pacíficos e o seu contraste com o verde escuro da vegetação que se encontra junto a este é agradável. O quadro transmite-nos a tranquilidade sentida pelo autor da obra de arte no momento em que este o pintava. Dá-nos a perceção de que estamos num ponto alto da costa, como um miradouro.
Rough weather at Étretat, Claude Monet, (1883), From the collection of: National Gallery of Victoria
Com a representação da intensidade do mar e a amplitude dos penhascos, Monet, representa a imensa força da natureza. As duas figuras humanas exibidas na pintura parecem desafiar as leis da natureza, já que se encontram à beira-mar no meio de uma tempestade. Ao observarmos este quadro toda a quietude que poderíamos sentir, desaparece completamente. A espuma das ondas transmite-nos o som que uma tempestade provoca.
Starry Night, Vincent van Gogh, 1888, From the collection of: Musée d’Orsay, Paris
Esta obra de Vincent van Gogh dá-nos uma visão da noite. Conseguimos observar duas pessoas sozinhas junto a uma baía, estas parecem ter uma idade já avançada e provavelmente estão a relembrar os seus momentos de paixão. O reflexo das estrelas na água é momento de inspiração e de pura beleza para ambos. Como esta obra representa a noite, existe apenas a iluminação dos astros sob o azul escuro que representa a escuridão da noite.
The Church of San Giorgio Maggiore, Venice, Monet, Claude, 1908, From the collection of: Indianapolis Museum of Art at Newfields
Esta obra de Monet lembra-nos a cultura indiana. Os tons rosados do monumento que se avista ao fundo do mar comparam-se aos do pôr do Sol, porém este edifício remete-nos para um outro, o Taj Mahal, que devido ao passado do imperador que o mandou fundar nos transmite uma certa frescura, frieza e também tristeza.
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