A BRASILIANITA, um hidróxifosfato de sódio e alumínio, foi identificada como um novo mineral em 1945, por dois norte-americanos, os quais ao descrevê-la, homenagearam o Brasil. Foi descoberta em jazidas de pegmatito em Minas Gerais e era muitas vezes confundida com o crisoberilo amarelo. A descoberta histórica foi feita na mina Conselheiro Pena, logo em seguida por outra em Córrego Fria, ao norte de São Tomé das Letras. Os pegmatitos são rochas com grãos ásperos, originalmente formados pela atividade vulcânica. O uso da BRASILIANITA para jóias é limitado por ser ela um mineral bem mole, mas, por ser bonita, é muitas vezes lapidada para colecionadores. É claro que eles não usam as pedras como adorno porque a BRASILIANITA lasca e racha com facilidade. A BRASILIANITA foi posteriormente encontrada em diversos pegmatitos do nordeste de Minas Gerais, especialmente no município de Mendes Pimentel. Sua ocorrência também foi verificada em outros países, mas nenhum achado forneceu exemplares comparáveis aos do Brasil. Apesar das jazidas de Brasilianita serem exploradas comercialmente, o rendimento é baixo; os cristais maiores e de melhor qualidade provêm todos do Brasil.
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