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Três tempos
O Palácio do Catete foi construído como uma residência aristocrática, foi a sede da Presidência da República entre 1897 e 1960 e, atualmente, é a sede do Museu da República. Em seu interior há diversos vestígios desses três períodos. Explore os ambientes e conheça o Palácio!
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Hall de entrada
Ao entrar no Palácio, no teto, vemos as armas da República no teto. role a imagem para baixo e verá um vestígio da decoração original o Palácio: um mosaico com uma águia, símbolo do brasão do construtor do palácio, o Barão de Nova Friburgo.
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Sala da História da Casa
O Edifício foi construído por Antônio Clemente Pinto, o barão de Nova Friburgo, entre 1858 e 1867, para servir de residência na capital do Império. Nesta Sala conta-se a história dos construtores, herdeiros e proprietários do palácio, antes de se tornar a Sede da Presidência.
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Salão Ministerial
Localizado no primeiro pavimento, após a escadaria, este Salão teve diversos usos ao longo da história. Mas sempre foi o local de negócios, seja do barão, seja da Presidência.
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Salão Ministerial
No teto, há uma pintura original do palácio, com Baco e Ariadne. Nas paredes, há dois quadros históricos, "Pátria", de Pedro Bruno e "Compromisso Constitucional", de Aurélio Figueiredo e a Mesa está representando a última reunião ministerial do Palácio enquanto Presidência.
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Escadaria
Toda estrutura é um vestígio original do Palácio. Importada da Prússia, atual Alemanha, foi montada por seu projetista, Otto Henkel, no local. Durante a República, "subir a escadaria do Catete" era o equivalente ao "subir a rampa do Planalto".
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Escadaria
Subindo as escadas, temos acesso ao "Cortille" o recinto que interliga todos os andares do Palácio. Escondidos pela rica decoração, há um vestígio do tempo do império não apagado pela república: a esfera armilar imperial e uma águia, símbolo do Barão de Nova Friburgo.
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Capela
A capela possuiu diversos usos ao longo do tempo. No tempo do Barão, foi local de culto, com casamentos famosos. Durante a Presidência, era principalmente uma sala de recepção. Aqui foi velado o presidente Afonso Pena. Há pinturas originais da construção no teto.
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Salão Azul
Também conhecido como Salão Francês, é uma das salas com mais alterações republicanas. Sua decoração, refeita no início do século XX possui estilo diferente dos outros recintos. Destacam-se no local os móveis no estilo Luiz XVI e o vaso de Napoleão Bonaparte, doado pela França.
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Salão Nobre
O principal Salão do Palácio possui diversas intervenções republicanas. Em cima das portas, foram colocados os Brasões da República. No teto uma pintura de 1937 substituiu a original. Mas nas paredes, há ainda muito do tempo do Barão, que pode ser visto nesta exposição.
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Salão Pompeano
Ao lado do Salão Nobre, a decoração desse recinto é inspirada nas descobertas arqueológicas de Pompeia, cidade romana destruída pelo vulcão Vesúvio.
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Salão Pompeano
O teto da Sala foi modificado para receber a República. Além dos brasões, foram inscritas datas importantes: 13 de maio de 1888; 7 de setembro de 1822; 15 de novembro de 1889 e a misteriosa 21 de abril de 1500.
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Salão Amarelo
Salão decorado com inspiração nos palácios do Grande Canal de Veneza. No teto vemos representações das virtudes. Uma herança republicana para a decoração do recinto é a pintura a quatro mãos na parede de autoria de Décio Villares e Antônio Parreiras.
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Salão Mourisco
Salão decorado com inspiração no palácio de Alhambra, na Espanha. Quase não recebeu interferências na República, a única relevante que pode ser considerada é a estátua "A Africana", próxima das janelas do recinto.
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Salão de Banquetes
Sua decoração é totalmente inspirada na temática da alimentação. No teto, há uma réplica da pintura "Diana Caçando" de Domenichino. O armário foi encomendado na França pelo Barão. Nessa grande mesa ocorreu a última reunião do segundo governo Vargas.
Quarto de Getúlio Vargas.Museu da República
Quarto de Getúlio Vargas
O último pavimento do Palácio não possui muita da decoração original. O quarto de Getúlio Vargas - onde se procura preservar o recinto no momento de seu suicídio em 24 de agosto de 1954 - é um exemplo. Mas o Palácio não é só sua arquitetura, é também a história que ocorreu nele.
Museu da República /IBRAM/MinC
Direção: Mario Chagas
Coordenação Técnica: Livia M. N. Gonçalves
Assessoria de Comunicação e Eventos: Henrique Milen
Textos: Marcus Macri
Montagem: Marcus Macri
Bibliografia:
ALMEIDA, Cícero Antônio de. "Catete: memórias de um palácio". Rio de Janeiro: Museu da República, 1994.
LONGHI, Clarice. Relatório de Pesquisa do Salão Veneziano. 2017.
LONGHI, Clarice. Relatório de Pesquisa da Sala da Capela. 2017.
MUSEU DA REPÚBLICA. O Olimpo é Aqui [exposição]. 2016. Disponível em Exposição: O Olimpo é aqui – 2016/2017 – Museu da República (museus.gov.br). Acesso em 04/11/2021.RODRIGUES, Marcus Vinícius Macri. "Um palácio quase romano: o Palácio do Catete e a invenção de uma tradição clássica nos trópicos". Rio de Janeiro: Museu da República. 2017.
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