14/07/2015

PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

O Porto é uma cidade grande feita de casas pequenas e irregulares – e, aqui e além uns raros palácios discretos 

INTRODUÇÃO
No âmbito do Mestrado em História da Arte Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade do Porto preparou-se esta exposição consagrada ao tema “Porto Património Mundial”. A sua construção tornou-se numa experiência pedagógica enriquecedora para estudantes (os autores dos trabalhos expostos) e para docentes, assumindo-se como instrumento exploratório de metodologias de investigação e, igualmente, como projeto global concebido em torno de um conceito comum. Procurou-se dar a conhecer um «outro olhar» sobre um Centro Histórico classificado pela UNESCO (1996) como Património Mundial e, ao mesmo tempo, demonstrar a capacidade de criação de produtos culturais em contexto pedagógico, especialmente visível nos comentários críticos incluídos nos “Detalhes” de cada uma das imagens. A TVU surge como parceira do projeto no apoio à produção e à comunicação. A Comissão Científica

A exposição tem como objetivo apresentar um outro olhar sobre o Centro Histórico do Porto, classificado pela UNESCO como Património Mundial (1996).

Priveligiam-se aspetos que definem a cidade para além dos monumentos.

PORTO. PATRIMÓNIO MUNDIAL (5.12.1996)
Foi a 5 de Dezembro de 1996 que a UNESCO aprovou a inscrição do Centro Histórico do Porto enquanto Património Cultural na lista do Património Mundial com base no IV critério, assim especificado: o Centro histórico do Porto oferece, a par do seu tecido urbano e de numerosos edifícios históricos, um testemunho indiscutível de desenvolvimento de uma cidade europeia que, ao longo deste milénio, se virou para Oeste para enriquecer as suas ligações culturais e comerciais (ICOMOS, Outubro 1996). Materializando o seu inegável valor cultural, numa complexa malha urbana e num peculiar conjunto edificado, o Centro Histórico do Porto deve a sua autenticidade à conjugação destes elementos com um modo de ser particular, que testemunha a identidade e a ideia de pertença de uma comunidade que se foi moldando ao longo dos séculos. Património é tudo o que tem qualidade para a vida cultural e física do homem e tem notório significado na existência e afirmação das diferentes comunidades, desde a vicinal e paroquial, à concelhia, à regional e até à nacional e internacional. É neste duplo aspeto, isto é, o de Património como valor de identidade e de memória de uma comunidade e, sobretudo, o de Património como qualidade de vida que ele terá de ser cada vez mais falado e se lhe dará, futuramente, uma muito maior importância e atenção (Almeida,1998). É na consolidação destes valores de identidade e memória que o Centro Histórico do Porto terá de ser encarado como um factor de afirmação da qualidade de vida. 

O Complexo Metamórfico da Foz do Douro, classificado como Património Natural Municipal.

A requalificação da orla marítima integrou esta paisagem nos circuitos dos habitantes e visitantes.

A memória do rio é ainda evocada em expressivos rituais de devoção.

O Douro, «rio de mau navegar», nas palavras do escritor Almeida Garrett, foi entretanto controlado pela construção de diversas barragens.

A requalificação da orla costeira contribuiu para a qualidade de vida da população.

Em 1907, foi construída uma habitação, exemplo do neomanuelino nas arquiteturas da Avenida Brasil.

O Salva-Vidas, ou Lobo do Mar (1937), de Henrique Moreira (1890-1979), traz à memória o perigo do oceano.

Sob o arco da Ponte da Arrábida, projetada por Edgar Cardoso e inaugurada em 1963, desenvolveu-se uma via de circulação.

PORTO. UM PASSADO COM FUTURO
«Património Mundial, aqui, não é só um monumento, nem sequer um grande conjunto de monumentos, com casas e ruas, igrejas, pontes majestosas… e cais… e muralhas e muitas pedras mais… e ferros e azulejos… Aqui o Património Mundial é a cidade. Fervente, agitada, feita mais de mudança que de parança… feita de almas que se encontram e se agitam, nas ruas e nas casas, nos barcos e nos cais, nas igrejas, nos mercados e nas lojas comerciais… O Porto, Património Mundial, é, acima de tudo, um turbilhão de energias e vontades que transporta, para um futuro vivo, uma cidade que já carrega vinte e cinco séculos de diferenças e de camadas sobrepostas, todas elas parte integrante do sítio que é hoje. Na força das gentes e na dinâmica das apostas está o futuro do Porto, mais que nas pedras da Sé ou dos Clérigos».   (LOZA, 2008: 28). 

A fachada da igreja de São Lourenço, de grandiosas e aparatosas dimensões, apresenta-se como um cenário implantado no seio de uma malha urbana caracterizada por construções de pequena escala.

A velha ocupação, no alto do Morro da Sé, onde se instalou o conjunto da Catedral e do Paço do Bispo, conjuga-se com a malha urbana medieval que persiste.

As dificuldades de transposição do rio entre margens de cotas muito elevadas estimularam o engenho dos projetistas.

A designação de Calçada das Carquejeiras deve-se à antiga atividade das mulheres que transportavam à cabeça a carqueja descarregada dos barcos atracados no Cais da Ribeira.

Praça da Ribeira e casario envolvente numa fotografia de 1941.

A transformação da praça, no século XVIII, insere-se na renovação da cidade sob a administração de João de Almada e Melo.

As características orográficas e geológicas do curso do Douro, onde o rio corre entre escarpas elevadas, conferem à cidade do Porto um valor paisagístico primordial.

O contacto com uma natureza só parcialmente humanizada, apesar de milénios de ocupação.

Painel de azulejos Ribeira Negra (1987), de Júlio Resende (1917-2011).

Inaugurado em 1956, o túnel da Ribeira resulta de uma penosa luta contra a natureza, permitindo a criação de uma estrada marginal, a Avenida de Gustavo Eiffel.

PORTO. CIDADE GRANDE. CASAS PEQUENAS
«O Porto é uma cidade grande feita de casas pequenas e irregulares – e, aqui e além uns raros palácios discretos. E é precisamente essa antinomia estreme e exclusiva, e sobretudo a maioria de casas estreitas e de tamanhos variáveis, que nos dá a razão da desordem aparente da paisagem visual do Porto (…)». (OLIVEIRA, E. V. de; GALHANO, F., 1992: 301).  A riqueza e a variedade da arquitectura de habitação do Centro Histórico do Porto traduz os valores culturais de sucessivas épocas, reflexo de um longo processo de adaptação e de transformação urbana. No Porto, como numa boa parte das cidades de origem medieval, as estruturas monásticas e conventuais ocupavam uma grande área no perímetro urbano. Após a extinção das Ordens Religiosas (1834), assistimos à demolição, total (São Domingos, Lóios, Carmelitas e São Bento de Avé-Maria) ou parcial (Monchique, São Francisco ou Santo António dos Congregados), de importantes conjuntos monásticos e das suas cercas, que dão lugar a equipamentos industriais e comerciais, à habitação e à arquitetura pública. É então que se configura o crescimento urbano que vai ocupar estas áreas, replicando a estreita dimensão dos lotes que sempre caracterizou a cidade. A habitação corrente da burguesia portuense, construída no século XIX, pode ser dividida em dois grupos: o da continuidade, com a antiga tipologia multifunctional que associava à habitação, nos pisos superiores, ao comércio ou às oficinas nos pisos térreos, e a casa monofuncional. A arquitetura da casa corrente apresenta, não raras vezes, contaminações eruditas e elementos dos palácios nobres: no desenho das suas fachadas, na cantaria lavrada ou nos átrios revestidos a azulejos com escadarias de pedra. Os materiais de construção, revestimento e decoração mais utilizados nas casas do Porto são o granito, o estuque, o azulejo e o ferro, em correspondência com a expansão oficinal e industrial da cidade oitocentista.

A estreita largura dos lotes condiciona o edificado, cujas áreas só podem crescer pela adição de novos pisos.

O diálogo de cores e formas resulta das transformações sucessivas a partir de uma intrincada malha urbana medieval, rasgada por novos arruamentos, mais ou menos regulares.

Gerou-se uma acumulação de volumes, com orientações e características diversificadas formando uma composição identitária.

Um modo de habitar burguês que se traduz num tipo de construção corrente nobilitada pela cantaria de granito, pela serralharia artística e pelos revestimentos azulejares.

As fachadas posteriores, que alojam as dependências de serviço das habitações, contrastando com as fachadas principais das casas alinhadas à face da rua, caracterizam-se por um acréscimo de volumes.

Nas vistas panorâmicas da cidade, destacam-se as claraboias, que iluminam as caixas de escada dos edifícios ou os pátios interiores nas suas várias formas e diferentes dimensões.

PORTO. CIDADE DE ACUMULAÇÕES
O conceito de autenticidade, conforme é definido internacionalmente nas cartas e convenções do património, resulta do «somatório das características substanciais, historicamente provadas, desde o estado original até à situação actual, como resultado das várias transformações que ocorreram no tempo» (Cracóvia 2000). Segundo a Convenção para a Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural (Paris, 1972), os conjuntos são valorizados pelo facto de incorporarem um grupo de construções que, em virtude da sua arquitectura, unidade ou integração na paisagem têm valor universal excecional do ponto de vista da história, da arte ou da ciência (Art. 1º). A inscrição do Centro Histórico do Porto na lista do Património Mundial da UNESCO (1996) fundamentou-se no valor universal excepcional do tecido urbano do seu Centro Histórico cujo valor estético testemunha um desenvolvimento urbano acumulado ao longo dos séculos. A riqueza e a variedade da arquitectura civil do Centro Histórico do Porto traduzem os valores culturais de sucessivas épocas, reflexo de uma adaptação à estrutura social e geográfica da cidade, mantendo uma estável e coerente relação entre o ambiente urbano e os condicionalismos naturais. 

Em 1865, surge neste local um passeio público, devendo-se a sua planta ao arquiteto paisagista alemão Emílio David (1839-1869).

A Torre dos Clérigos, sob o risco do italiano Nicolau Nasoni (1691-1773), eleva-se nos seus 75.6m de altura.

Em 1895 inaugura-se no Porto a primeira linha de elétrico.

Este edifício acolhe, desde 2007, a Reitoria da Universidade do Porto.

O projeto do Palácio da Bolsa, de Joaquim da Costa Lima Sampaio (1842), teve como elemento ordenador o claustro reedificado no século XVIII do convento de São Francisco.

A leitura estratigráfica é fundamental numa cidade como o Porto onde, num espaço muito condicionado, coabitam testemunhos de diferentes épocas adequados à topografia do terreno.

PORTO. CIDADE BURGUESA
O Porto é uma cidade voltada ao Atlântico, com o qual comunica pela foz do rio Douro apesar da difícil navegabilidade que cedo obrigou à sinalização marítima. Enquanto cidade costeira, o Porto desenvolveu-se pela importância do seu comércio marítimo. O Portus afirmou-se na margem esquerda do Douro diante de Cale (Vila Nova de Gaia), na direita, já desde a época romana. Centralizando desde cedo as trocas comerciais de uma vasta região a norte e a sul do Douro, o Porto é uma das raras cidades europeias que conserva ainda o edifício de origem medieval que albergou a alfândega e a casa da moeda. O porto comercial desenvolveu-se junto à Praça da Ribeira, levando ao aparecimento de uma burguesia mercantil e ao desenvolvimento urbano da frente ribeirinha. É, no entanto, após as grandes intervenções urbanas da segunda metade do século XVIII, que procuraram rasgar arruamentos regulares no Centro Histórico, a posterior extinção das casas religiosas de 1834 e a sequente chegada do primeiro comboio a São Bento (1896), que se dá uma alteração significativa na centralidade do núcleo urbano. É a burguesia mercantil, industrial e dedicada aos novos serviços que vai alterando o perfil urbano do Porto e do seu Centro Histórico. Os séculos XIX e XX transformaram radicalmente a cidade, rasgando novos arruamentos e edificando arquiteturas de sabor erudito na malha pré-existente ou abrindo espaço ao desenvolvimento de novas áreas de expansão urbana.   

Ao longo da segunda metade do século XX foram propostos diversos projetos para a conclusão da Avenida da Ponte, a qual mostra, de um dos lados, uma escarpa granítica que subsiste como cicatriz urbana.

Coube a Marques da Silva projetar um dos mais destacados edifícios da baixa portuense, concebido para acolher os Armazéns Nascimento.

Concilia uma linguagem classicizante, e de forte impacto decorativo, com o caracter funcional exigido às novas arquiteturas edificadas em betão.

Mercearia fundada em 1917 por António Rodrigues Reis, na rua Formosa, a Pérola do Bolhão é uma das mais antigas da cidade.

It features a façade with Art Nouveau styling, lined with tiles depicting tea and coffee.

Assume programaticamente a nova feição que se procurou incutir ao centro cívico da cidade em construção, de um dinamismo económico.

A sua exuberante decoração interior, da autoria do arquitecto João Queirós (1892-1982), leva-nos até ao Porto das tertúlias artísticas, literárias e políticas das primeiras décadas do século XX.

PORTO. CIDADE COSMOPOLITA
A Avenida dos Aliados apresenta um conjunto homogéneo de arquiteturas de qualidade que projetam uma imagem cosmopolita. A sua requalificação (2005 e 2006), da autoria de Siza Vieira e Souto Moura, na sequência das transformações urbanas decorrentes da implementação do Metro do Porto, propiciou uma nova relação com o espaço e as suas arquiteturas.   Propondo-se reforçar o caráter unitário do espaço, salientando as funções de uma praça cívica amplificada em avenida, a intervenção propõe uma sala de visitas da cidade, antecipada nos percursos que a ela conduzem e reforçada pela fácil apreensão do lugar através de olhares livres de barreiras visuais.   Os vestígios da construção corrente e anónima, timidamente modernizada, convivem com as arquiteturas de grande qualidade e dimensões herdadas da transição para novecentos. A criação da Avenida abriu caminho aos vastos edifícios multifuncionais, que nas primeiras décadas do século XX deram o mote aos que com ele se irmanaram na cércea e na vocação, preenchendo lotes extensos, entre gavetos assinalados por volumes torreados. Como que uma sinédoque erudita e disciplinada da cidade, aqui as sobreposições não se combatem mas dialogam, lançando mote para as intervenções subsequentes. 

De destacar o rico trabalho de cantaria que nobilita a construção dos Paços do Concelho da cidade.

O desenvolvimento horizontal da fachada do Palácio das Cardosas é acentuado pelo ritmo criado pelo grande número de janelas de peitoril e de sacada.

Projetada primeiramente pelo inglês Barry Parker (1867-1947), entre 1915 e 1917, a Avenida dos Aliados foi concebida para ser o centro cívico da cidade.

Acolhe ao centro o monumento a D. Pedro IV, inaugurado em 1866, uma homenagem da cidade ao Libertador.

Com a construção corrente convivem as vastas estruturas dos armazéns e as grandes massas edificadas das antigas fábricas, resultantes, por vezes, do aproveitamento de pré-existências.

PORTO. CIDADE QUE SE ESPREITA
As marcas de antiguidade dos velhos núcleos urbanos provocam uma impressão anímica e subjetiva pelo seu carácter de oposição ao presente. Esta oposição manifesta-se numa imperfeição, numa tendência para a erosão da forma e da cor, numa carência do caráter acabado. O Porto é o resultado de camadas de sedimentação muito antigas que rapidamente absorvem as intervenções contemporâneas, incluindo-as na sua idiossincrasia. As características topográficas da cidade do Porto não permitem uma visão de conjunto do seu Centro Histórico. É, sobretudo, a partir da margem sul, ou sobre uma colina, que o núcleo urbano pode ser observado. Mas o Porto é uma cidade de recantos, que só se descobre e aprecia percorrendo. Os valores paisagísticos da cidade são melhor apreciados e mais surpreendentes, quando vistos de perto. Entre ruas estreitas e construções antigas, pontuadas por edifícios de maior escala e monumentalidade ou seguindo vias de traçado regular, onde se situa uma sequência de casas de habitação alinhadas à face da rua, vamos apreendendo a sobreposição formal e volumétrica que os estreitos lotes conferem à cidade. Destaca-se a variedade morfológica da arquitetura, desde os edifícios concebidos com explícita vontade artística às edificações que expressam valores vernaculares, produto de uma prática construtiva informal e secular. O Centro Histórico do Porto constitui um conjunto urbano único no seu género e esteticamente apelativo. O Porto é cidade que se espreita, se descobre percorrendo, se observa e que convida a voltar.

No cuidado desenho das fachadas subsiste a memória de tempos de prosperidade.

Situada no arrabalde medieval da cidade, a comunidade piscatória de S. Pedro de Miragaia atesta o crescimento mercantil do Porto em direção a ocidente.

Acompanhando a moda europeia da vilegiatura junto ao mar, a Foz do Douro, antigo núcleo piscatório, expandiu-se para ocidente a partir da década de 1830.

A Fábrica de Cerâmica do Carvalhinho (c. 1840) situada na antiga Quinta da Fraga teve as suas primeiras instalações na Capela do Senhor do Carvalhinho agora arruinada.

Situada entre a Torre dos Clérigos e a rua das Carmelitas, a Praça de Lisboa e o Jardim das Oliveiras impõem uma nova relação com o Palácio do Conde de Vizela (1864-1923).

Os painéis de azulejos que revestem as paredes exteriores datam de 1932 e são da autoria de Jorge Colaço (1868-1942).

As linhas sóbrias da arquitetura dos estabelecimentos comerciais foram modernizadas por movimentadas devantures que uma linguagem beauxartiana animou com diversos elementos antropomórficos.

A obra azulejar que Jorge Colaço realizou para o átrio (1905) compõe um extenso programa que contempla cenas de caráter histórico, etnográfico e paisagístico, alusivas às linhas do Douro e do Minho.

A torre, da autoria de Fernando Távora (1923-2005) e edificada entre 1995 e 2002.

Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Créditos: história

FICHA TÉCNICA | ABOUT THE EXHIBITION


COORDENAÇÃO | COORDINATION: Lúcia Rosas (FLUP) e Maria Leonor Botelho (FLUP)

COMISSÃO CIENTÍFICA | SCIENTIFIC COMMISSION : Lúcia Maria Cardoso Rosas (FLUP), Maria Leonor Botelho (FLUP) e Hugo Barreira (FLUP)
 
CURADORIA | CURATORS : Lúcia Maria Cardoso Rosas (FLUP), Maria Leonor Botelho (FLUP), Hugo Barreira (FLUP), Joana Miranda (TVU/UP) e Paulo Cunha Martins (TVU/UP)
 
PRODUÇÃO | PRODUCTION UNIT : Maria Leonor Botelho (FLUP), Hugo Barreira (FLUP), Joana Miranda (TVU/UP) e Paulo Cunha Martins (TVU/UP)
 
EQUIPA TÉCNICA | TECHNICAL TEAM: Francisca de Almeida, Ricardo M. Dias, Catarina Soares e Ana Rita Hierro
 
AUTORES | AUTHORS: Ana Luísa Rosas da Silva, Ana Rita Santos, Ana Sofia Ribeiro, Ana Cancela, André Morais, Catarina Sousa, Cátia Oliveira, Eduarda Claro, Evelyne Phibel, Gisela Araújo, Gustavo Vasconcelos, Hugo Barreira, João Duarte, João Pedro Terras, J. Salazar Ribeiro, Nisa Félix, Ricardo Sousa, Rita Guimarães, Sara Rocha, Sara Queirós e Susana Silva

TRADUÇÃO | TRANSLATION : UNAPS | LETRAS

APOIOS | SUPPORTED BY: UNIVERSIDADE DO PORTO | FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO | DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E TÉCNICAS DO PATRIMÓNIO/ FLUP TVU. UNIVERSIDADE DO PORTO |

CRÉDITOS DAS IMAGENS:
A. Ana Luísa Rosas da Silva, Ana Rita Santos, Ana Sofia Ribeiro, Ana Cancela, André Morais, Catarina Sousa, Cátia Oliveira, Eduarda Claro, Evelyne Phibel, Gisela Araújo, Gustavo Vasconcelos, Hugo Barreira, João Duarte, João Pedro Terras, J. Salazar Ribeiro, Nisa Félix, Ricardo Sousa, Rita Guimarães, Sara Rocha, Sara Queirós e Susana Silva

B. Arquivo Histórico Municipal do Porto/Câmara Municipal do Porto
Gravura: Vista do Porto de Teodoro de Sousa Maldonado
Planta redonda do Porto de George Balck
A ribeira e o Barredo vistos do Seminário Maior do Porto
Miragaia: cheia no rio Douro de 1962 (Teófilo Rego)
A Catedral entre as casas do Porto
Jardim da Cordoaria em inícios do século XX

C. Arquivo Particular de Imagem Fotográfica (APIF) Nuno Resende
Aspeto da entrada do túnel da Ribeira (inaugurado em 1956)

BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL:
Almeida, C.A.F. (1998) - Património. O seu entendimento e a sua gestão. Porto: Etnos.
CRUARB/CH (coord.) – Porto a Património Mundial. 2ª Edição. Porto: C.M.P., 1996.
CRUARB/CH (coord.) – Porto a Património Mundial. Processo de Candidatura do Centro Histórico do Porto à UNESCO - Livro II. I Edição. Porto: C.M.P., 1998.
LOZA, R. (2008) – “Porto Centro Histórico” In AGUIAR, F. B. de (org.) - Património da Humanidade na Bacia do Douro, S.l., CCDRN e Fundação Rei Afonso Henriques.
OLIVEIRA, E. V. de; GALHANO, F. (1992) - Arquitectura Tradicional Portuguesa. Lisboa: Publicações Dom Quixote.

Créditos: todos os meios
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