Tartaruga Marinha

Curiosidades

Tartaruga-verde (Chelonia mydas). As tartarugas marinhas desempenham um papel importante na manutenção do equilíbrio da cadeia alimentar marinha. Elas se alimentam de mais de 200 táxons de vertebrados e invertebrados, incluindo esponjas, águas-vivas, moluscos e crustáceos. As tartarugas verdes, por exemplo, ajudam a manter leitos saudáveis de algas marinhas, controlando o seu crescimento por meio da alimentação. (2008), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Espécies- bandeira

conheça um pouco das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, todas ameaçadas de extinção.

Curiosidades sobre as espécies de tartarugas marinhas no Brasil. (2014), de Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-verde (Chelonia mydas) tem a mandíbula serrilhada, o que facilita a alimentação, pois sua dieta é composta basicamente por alga e grama marinhas. (2013), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-verde ou Aruanã

Nome científico: Chelonia mydas. Tem a cabeça pequena e o bico serrilhado. Pode chegar a 143 centímetros de comprimento de casco com média de 160 quilos na vida adulta.

Fotografia de filhotes de tartaruga-verde. Ao saírem do ninho, vão em direção ao mar, seguindo a luz natural do horizonte. (2013), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-verde. A cabeça desta espécie de tartaruga marinha é pequena e a mandíbula é serrilhada, o que facilita a alimentação de algas e gramas marinhas. (2013), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

A tartaruga-verde é uma tartaruga marinha com um corpo achatado coberto por uma grande carapaça em forma de lágrima e um grande par de nadadeiras. É de cor clara, exceto em sua carapaça onde os tons variam do oliva-marrom a preta.

Ela habita águas costeiras com muita vegetação, ilhas ou baías onde estão protegidas, sendo raramente avistadas em alto-mar.

As desovas ocorrem principalmente nas ilhas oceânicas, Ilha da Trindade (ES), Atol das Rocas (RN) e Fernando de Noronha (PE).

Tartaruga-verde (2013), de Projeto TAMARProjeto TAMAR

A carapaça da tartaruga-de-couro é composta por uma camada de pele fina e resistente e milhares de pequenas placas ósseas, formando sete quilhas ao longo do comprimento, daí o nome popular, de-couro. (2009), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga de couro ou gigante

A tartaruga gigante é a maior das espécies de tartaruga. Seu nome científico é Dermochelys coriacea. Ela pode chegar até 2 metros e possui em média 400 quilos. O máximo peso já registrado foi de 916 quilos!

Close de filhote de tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea). Filhotes dessa espécie são normalmente maiores que os de outras tartarugas marinhas. (2013), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Filhote de tartaruga-de-couro em Comboios-ES. No Brasil, apenas no Espírito Santo há desovas regulares dessa espécie de tartaruga marinha. (2009), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

Esta espécie tem uma carapaça negra. Vive sempre em alto-mar, aproximando-se do litoral apenas para desova e se alimenta preferencialmente de águas-vivas , medusas e ascídias.

A área conhecida com desovas regulares situa-se no litoral norte do Espírito Santo, com relatos de desovas ocasionais no Rio Grande do Norte, Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Há também registros de ocorrências reprodutivas no Piauí.

Tartaruga-de-couro (2013), de Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) acompanhada por um cardume de peixes. (2011), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-cabeçuda ou mestiça

A tartaruga cabeçuda, conhecida também como mestiça, é uma das espécies mais comum dos oceanos. Seu nome científico é Caretta caretta. Ela pode chegar até 1 metro e meio e possui em média 140 quilos. 

Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta). No litoral brasileiro, a temporada de reprodução dessa espécie de tartaruga marinha acontece entre setembro e março. (2010), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta). A tartaruga-cabeçuda é uma espécie cosmopolita que ocorre em áreas temperadas, tropicais e subtropicais de todos os oceanos. (2013), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

A cor da pele varia do amarelo ao marrom, e a casca normalmente é marrom-avermelhada.

Essa espécie é carnívora, alimentando-se de caranguejos, moluscos, mexilhões e outros invertebrados triturados com ajuda dos músculos poderosos da mandíbula.

No Brasil, as áreas prioritárias de desova estão localizadas no norte da Bahia, Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro e Sergipe.

Tartaruga-de-pente com peixes barbeiro-azul em "estação de limpeza", quando os peixinhos comem os organismos que ficam grudados no casco. (2009), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga de pente ou legítima

A tartaruga-de-pente é também conhecida pelos nomes de tartaruga-de-casco-vinho, tartaruga-legítima e tartaruga-verdadeira, Espécie criticamente ameaçada de extinção devido a caça indiscriminada, possui carapaça medindo entre 80 e 90 cm de comprimento, coberta por placas córneas imbricadas que fornecem um material utilizado na confecção de diversos utensílios.

Tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata). A tartaruga-de-pente é a mais tropical de todas as espécies de tartaruga marinha e está distribuída pelos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico. (2002), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

Tartaruga-de-pente macho nos recifes da Praia do Forte-BA, em frente ao histórico Farol Garcia D'Ávila, onde fica a a base de pesquisa e conservação das tartarugas marinhas do Brasil, sede do Projeto Tamar. (2009), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

A tartaruga-de-pente tem como habitat natural recifes de coral e águas costeiras rasas, como estuários e lagoas, podendo ser encontrada, ocasionalmente, em águas profundas.

Sua desova ocorre no litoral norte da Bahia e Sergipe; e no litoral sul do Rio Grande do Norte.

A tartaruga-de-pente se alimenta de esponjas, anêmonas, lulas e camarões; a cabeça e o bico estreitos permitem buscar o alimento nas fendas dos recifes de corais.

Tartaruga-de-pente (2013), de Projeto TAMARProjeto TAMAR

As tartarugas-oliva têm a cabeça triangular, com mandíbulas poderosas que a ajudam na alimentação. (2007), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

Tartaruga-oliva

A tartaruga-oliva ou tartaruga-pequena (Lepidochelys olivacea) é uma das menores espécies de tartarugas marinhas, com cerca de 60 centímetros e pesando cerca de 65 quilos. Ganhou esse nome por causa da cor oliva de seu casco em forma que lembra um coração.

Filhotes de tartaruga-oliva são pretos e sua carapaça é formada por seis ou mais escudos laterais. (2010), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

Tartarugas-oliva (Lepidochelys olivacea) desovam em "arribadas", que são definidas como um processo reprodutivo em massa, sincronizado, com centenas de fêmeas desovando ao mesmo tempo. Este fenômeno ocorre apenas na Índia, México e Costa Rica. (2009), de Banco de Imagens Projeto TAMARProjeto TAMAR

Ela é uma espécie carnívora. Alimenta-se de salpas, peixes, moluscos, crustáceos, águas-vivas, ovos de peixe e eventualmente algas.

A área de desova está localizada entre o litoral sul do estado de Alagoas e o litoral norte da Bahia com maior densidade de desovas no estado de Sergipe. Ocorrências reprodutivas, em muito menor densidade, também são registradas no estado do Espírito Santo. Desovas ocasionais já foram registradas nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Ceará.

Tartaruga-oliva (2013), de Projeto TAMARProjeto TAMAR

Tartaruga-verde. A espécie é a maior entre as tartarugas marinhas de casco duro, pesando em média 160 kg e medindo pouco mais de um metro de casco. (2008), de Banco de Imagens Projeto TAMARFonte original: http://www.tamar.org.br

Créditos: história

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